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[in]Sensato

Momentos de reflexão, opinião, crítica e entretenimento

01
Mar19

Viver sem Permissão

por P. P.

Vivir sin Permisso

 

    A demência, quando diagnosticada atempadamente, possibilita alguns anos com qualidade de vida, ao seu portador.  Esta fase pode marcar uma reflexão profunda a respeito dos erros de uma vida. O doente, tem o direito de ocultar o seu estado à família e amigos, embora este não me pareça o melhor caminho.

 

    Em Vivir Sin Permisso, série espanhola, da Telecinco, filmada na Galiza, o clã do narcotráfico, Nemo Bandeira, ao deparar-se com o diagnóstico de Doença de Alzheimer, logo dá início à procura de um sucessor.  Entre os filhos e o afilhado a escolha não parece fácil. Há ainda uma filha bastarda, fruto do seu único e grande amor - o primeiro. Esta, não habituada a uma vida de luxo e refutando muitas das ofertas do pai, mantém uma relação muito boa com o seu meio-irmão, homossexual e drogado. Por outro lado, a assertividade que lhe assiste, serve de referência ao pai e aos erros cometidos no passado. Doente, apercebe-se que não devia ter deixado o seu grande amor e que o dinheiro de nada serve, quando não se constrói uma família com laços. A inveja e a ambição são capazes de transformar algumas pessoas, tornando-as assassinas. O mesmo se passa com o desejo de vingança...

 

    Com um elenco de luxo, cenários magníficos e belezas naturais encantadoras, o argumento somente falha um pouco, no início, no que concerne às especificidades da doença de Alzheimer. De resto, os episódios deixam-nos sedentos de continuar a acompanhar a história, que não se esgota nem repete. Quando os seus direitos foram adquiridos pela Netflix, já a 2.ª temporada desta série estava prevista. 

 

    Uma série imperdível, como pode ver no trailer

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