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[in]Sensato

Momentos de reflexão, opinião e entretenimento, ao deambular entre dois polos

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The Sinner - a 2.ª temporada

 

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   No dia 8 deste mês chegou, à Netflix, a 2.ª temporada da série The Sinner, em 8 episódios. Já tinha dado a minha opinião a respeito da 1.ª temporada, como podem ler aqui. Uma vez mais, e desta vez por parte de um pré-adolescente, o jovem Elisha Henig, uma representação de qualidade e magnífica. Da trama continua a fazer parte o detetive, que agora se depara com fantasmas do passado, ao regressar à sua terra natal. 

 

 

A primeira temporada, focada na trajetória da personagem Cora, intrigava o espetador através de desenvolvimentos mirabolantes que alteravam completamente a interpretação sobre o caso em questão. Meros detalhes acabavam questionando os motivos por trás das ações da personagem, e a estrutura não-linear da trama conseguia preencher as lacunas da história de maneira envolvente, sempre mantendo o andamento da investigação de uma forma acessível para que o público pudesse solucionar o mistério no mesmo ritmo do detetive Harry Ambrose (interpretado por Bill Pullman).

Este novo ano acaba comprovando ainda mais a eficiência da primeira temporada, no que diz respeito à construção de seus personagens e da exposição de seus temas, sempre voltados para a moralidade e os impulsos do ser humano. Embora a protagonista da história fosse Cora, com sua trajetória envolvendo uma forte pressão religiosa, o título da série (O Pecador) também poderia ser perfeitamente atribuído à Ambrose, e suas compulsões. O detetive assume o protagonismo inquestionável desta segunda temporada, e retoma o arco de redenção (ou resigno) que o personagem deixou em aberto no fim do primeiro ano.

 

FonteThe Sinner | Crítica 2.ª temporada

em https://observatoriodocinema.bol.uol.com.br/criticas/criticas-de-series/2018/11/the-sinner-critica-2a-temporada, 

acedido em 10/11/18, às 14h45min

 

   Uma vez mais, um crime que nos parece quase hediondo, praticado por um jovem adolescente, mas que afinal tem uma justificação no domínio psicológico. Seitas, rituais parentalidade desajustada e obsessão fazem parte do drama repleto de mistério até ao último segundo. 

   Como aspeto negativo, a não mudança de luz ou outro recurso nas incursões pelo passado dos personagens leva-nos a confundi-lo com o presente. 

 

Veja o trailer.

 

 

 

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