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[in]Sensato

Momentos de reflexão, opinião, crítica e entretenimento

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Momentos de reflexão, opinião, crítica e entretenimento

Deus, Pátria e Família rumo a um Centro Interpretativo

Julho 31, 2019

P. P.

 

Estado Novo

 

O tema “António Oliveira Salazar”, natural de Vimieiro, concelho de Santa Comba Dão, distrito de Viseu, gera algumas contrariedades. Na própria região é pouco consensual, dividindo opiniões e matéria para eventuais conflitos. Pode ler e ouvir conteúdo relacionado com o pai do Estado Novo aqui e aqui.

Atualmente, defende-se a criação de um Centro Interpretativo alusivo a esta personagem da nossa História. Num passado recente, o projeto consistia em levar a cabo um museu. Só que, as ameaças extremistas, ainda que sem rosto, deram-se a conhecer, recordando uma espécie de ETA. O próprio local onde jazem os restos mortais de Salazar é frequentemente vandalizado. Note-se ainda que, a uns Km de distância, em Cabanas de Viriato, concelho de Carregal do Sal. encontramos a Casa/Museu/Centro Interpretativo de Aristides Sousa Mendes, muito provavelmente uma "vítima" de Salazar e seu regime, como pode consultar aqui.

A respeito do “Museu” Salazar, no blogue O Último Fecha a Porta, a opinião do autor encontra-se plasmada aqui, como pode ler. À semelhança do autor deste blogue, defendo a criação do Centro Interpretativo em causa, assim como, o investimento na renovação e alargamento da Casa de Aristides Sousa Mendes, uma vez que fazem parte da nossa história; aquela que se repete com o decorrer do tempo, exigindo a nossa atenção.

Atualmente, as evidências dos EUA e Brasil, por exemplo, ao nível das lideranças, não esboçam um caminho rumo a diferentes ditaduras? Não, não está a acontecer somente nestes países…

Acredito que ninguém é perfeito, à exceção de forças que nos são superiores, e que somente a reflexão e discussão geram conhecimento. Isto, de forma abrangente, envolvendo diferentes denominadores. Cabe a cada um de nós ler diferentes artigos, estudar e tomar uma decisão, no sentido de não repetir erros do passado.

Um aspeto a ter em conta, aqueles que eram considerados bens-essenciais não aumentavam de preço. Atualmente, também a pobreza prolifera, sem um sorriso.

O tempo de fracos homens fortes

Julho 30, 2019

P. P.

 

O que agora vemos é que o motor da política para o bem-estar comum e a boa convivência está a ficar gripado. O que temos nesta época de instantes e de sistemática distorção da verdade na vozearia das redes, é a dissolução de laços entre grupos diferentes, é o reduzir da pluralidade e o ficarmos com o que resta da decomposição de uma era de políticos para quem liderar não era ditar a obediência. O que prolifera são discursos de ódio e temores racistas.

 

A ler, no Sapo 24, o artigo O Tempo de Fracos Homens Fortes, de Francisco Sena Santos, no dia 29 deste mês.

 

As Escolas estão doentes

Abril 27, 2019

P. P.

    As Escolas estão doentes, dada a desvalorização dos seus atores principais, as incumbências assumidas, mas que não são suas; as fragilidades de um ministério, um orçamento de estado e políticas "elitistas"; programas curriculares inóspitos, fruto dos prazeres e devaneios, entre quatro paredes; a falta de democracia e liberdade, estabelecidas por uma hierarquização nem sempre percetível...

 

    As Escolas estão doentes, ao promoverem bailes de máscaras e disfarces, numa paz podre que derrama o veneno naqueles que se mantêm fieis aos seus princípios e valores; o que implica consequências na Saúde. 

 

    As Escolas estão podres, uma vez que os Vampiros sugam as diferentes seivas, enquanto os cleptoparasitas sitiam a essência, num fanatismo dúbio e as cobras dançam, em redor da fogueira de um estranho processo inquisitório. O regozijo perante o desmoronamento social e da esfera dos valores.  

 

    As Escolas estão podres...

 

poverty-1148934_1920

 

Em nome da Irmandade - parte de um sistema que corrói o interior do país

Março 16, 2019

P. P.

    Aqui, onde a minha aldeia, entre tantas outras deste município, é chamada "bairro de cidade" e a vila é denominada "cidade", constatam-se os frutos pecaminosos das políticas que avaliam, indevidamente, as localidades em função da densidade populacional e área. Em termos ambientais, as águas já não são límpidas e muita da flora e fauna do meu passado escasseiam.

   Dos magníficos sons da natureza, aqueles que ecoam ao sabor da introdução de espécies não autóctones carnívoras ou omnívoras, até os insetos dão provas da sua fragilidade, numa missiva de provável extinção. O desconhecimento não abona a favor dos anjos, mas da destruição massiva, indepentemente do período de tempo.

   Aqui, no desalinhamento dos transtornos de personalidade daqueles que chamam a si honorários sem tempo nem lugar, envoltos no egocentrismo e  ganância, as medidas preventivas e o convívio entre elementos da mesma faixa etária não são implementadas, uma vez que não ativam a máquina. Aquela que gera votos. A da política dúbia, cruel, sem dimensões humanas, mas de compadrios inauditos, no incentivo à santa estupidez de todos aqueles que dela bebem e que a alimentam.  A manutenção do sistema, num circuito fechado e sem mutações.

   Nem todas as palavras podem ser ditas e o mutismo é a arma de quem não quer confrontos. Processos que evitam a dialética e incentivam almas pacóvias, que facilmente se vendem, em nome de uma máscara.

 

 

 

 

A política do abandono e os brandos costumes

Março 14, 2019

P. P.

20190312_dizem que é uma cidade by PP

 

    A caminho de casa, com destino ao meu bairro de cidade, o qual insisto chamar  "aldeia", uma vez que esta é uma falsa cidade, decidi parar o carro e guardar o meu olhar. Aquele que persiste, há meses, sem que ninguém (?) se aperceba ou responsabilize pela queda daquele poste. Isto para não referir outras questões...

    Quem são os responsáveis? Não, não sei, mas estou convicto de que o desleixe advém de quem diz amar a sua "terra" e tudo fazer pelo progresso e bem-estar dos cidadãos. 

    Não, não somos cegos. Muito menos deixamo-nos iludir pelos convívios semanais ou mensais, que não deixam de abranger uma componente partidária, no intuito de conquistar votos para uma máquina política cada vez mais estaferma.

 

O ribeiro da minha aldeia e a desertificação do interior

Março 13, 2019

P. P.

Aldeia não.

Bairro de cidade, se faz favor.

 

 

    No passado, a densidade populacional e a área do munícipio ditaram que a vila onde nasci se tornasse cidade. Entretanto, ao que tudo indica, não existem critérios que avaliem a designação de tais estruturas no país, rentáveis para alguns políticos e técnicos das autarquias, com vencimentos idênticos aos daqueles que exercem as mesmas funções nas capitais de distrito; prejudiciais aos habitantes, sem condições de empregabilidade e com uma taxa de impostos superior à devida

 

    Um exemplo prático, sucinto e simplista

 

 

    Os idílicos sons da natureza , naquele que deveria ser um curso de água cuidado e preservado pela autarquia local. Como se constata, pela vegetação e água turva , a poluição é evidente. Numa das margens, os esgotos não tratados, numa obra obsuleta, estranhamente designada ETAR

   Pilares como a saúde, o ambiente, a educação e a equidade social esgotam-se após as campanhas eleitorais, preenchidas por convívios saloios, suscetíveis de manipular algumas mentalidades .


    O interior do país está condenado à desertificação, por parte dos elementos que o representam?

 

Quantas pontes entre nós

Março 11, 2019

P. P.

Quantas pontes entre nós by PP

     A ponte, a passagem para outra margem, naquela floresta, há pouco mais de um ano dizimada pelo fogo feroz, num 15 de outubro de 2017 enfeitiçado, fruto da ganância do homem e de um governo desprovido de medidas ambientais e preventivas. 

 

    Uma ponte que une extremos, no que à dimensão das consequências diz respeito, mas não deixa de sentir o pulmão dolente e sufocado, as perdas na flora e na fauna,... Um elo que evidencia a destruição. 

 

    Um dia, de nada adiantará rezar. A revolta dos anjos despojará as preces dos criminosos e de todos aqueles que não lutaram, nós! 

 

                                                                         Fotografia do meu arquivo pessoal 

 

Metodologia negocial estruturada em estilo mete-náusea

Março 02, 2019

P. P.

Metodologia negocial estruturada by Facetoons

Fonte - Facetoons

 

Eu só peço o tempo de serviço contabilizado para efeitos de reforma... Ou que fossemos colocados no devido escalão, reajustando-se os aspetos monetários quando possível.

E se todos, independentemente da profissão déssemos voz à ideologia de A mesma conversa, mas ao contrário?

 

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