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[in]Sensato

Momentos de reflexão, opinião, crítica e entretenimento

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Um novo plágio no Festival... da Eurovisão?

Julho 06, 2018

P. P.

   

WTF_by PP

 

 

 

   Os compositores da canção Toy, vencedora neste ano da Eurovisão em Lisboa, receberam uma carta de aviso da editora Universal, relativa a alegadas semelhanças ao nível dos elementos rítmicos e harmónicos entre este tema e o maior êxito dos White Stripes, Seven Nation Army.

 

 

 

Pessoalmente, concordo com a observação da Universal, essencialmente no início do tema, até às "guitarradas", mas há limites. Os estilos de música e o público a que se destinam são diferentes.

 

 

O que vos parece?

Vivemos na época dos plágios ou já tudo se criou?

Não existem pessoas parecidas, não sendo as mesmas?

 

Ficámos em 10.º lugar nos posts mais lidos do dia.

 

 

É chegada a vez de Toy sentir-se plagiado

Junho 20, 2018

P. P.

Toy no programa de Rui Unas

 

 

 

 

   Desta feita, o nosso bem português Toy vai processar os cantores Dynamite Dylan e Jake Paul por plágio. Em causa, estão os temas Corazón sin Edad (2016) e a canção No Competition dos norte-americanos.

 

   <<Descobri um plágio de uma música minha de uns americanos que têm 15 milhões de visualizações (...) Tenho o processo a decorrer na Sociedade Portuguesa de Autores. Isto pode ser a minha independência financeira (...) Todo o tema é inspirado no meu. Tem a parte A, a parte B, depois tem o refrão, depois tem a parte C, depois tem a parte em que eu faço um rap e eles também fazem um rap">>. Esta revelação foi feita no programa de Rui Unas, Maluco Beleza

 

Assista ao podcast.

 

 

   Agora, para que possa opinar, oiça os temas em causa.

 

 

 

 

    De acordo com o Sapo Mag:

 

 

Na entrevista, o músico frisou ainda que "a construção da canção deles é igual" a “Corazón sin Edad”, lançada por Toy em 2016 e que conta com uma versão em português. "A outra parte da melodia, sendo diferente, a harmonia e a métrica é igual", acrescentou.

"Não é coincidência. Faço música desde os 13 anos e tenho 55 (...) Deviam pagar por isso, eles usaram coisas minhas", frisou Toy, dizendo que gostava de convidar os músicos para um concerto em Portugal: "A obra intelectual é uma coisa intocável e sagrada e, portanto, deviam pagar por isso (...) Mas, em vez de indemnização, eu até os convidava a vir a Portugal fazer um concerto comigo".

 

 

Foto da capa deste artigo extraida do NIT

 

Diogo Piçarra e o(s) plágio(s)

Março 03, 2018

P. P.

   Não me costumo debruçar nas questões de plágio, sobretudo no Festival da Canção ou no da Eurovisão, dado, desde há muito, apenas ter apreciado o nosso tema do ano passado, na voz de Salvador Sobral. Passaram-se anos e anos, sem saber quem nos representou.

 

   Foi numa publicação da Psicogata , se não estou em erro, que constatei muitos dos temas de Toni Carreira, acusados de tal prática, preferindo os originais. Contudo, este é um intérprete/compositor/autor que move séquitos e tem uma posição no nosso panorama musical, quer se goste ou não. Eis um exemplo, referente ao tema Depois de Ti Mais Nada:

 

 

   É certo que quase nada se inventa. A probabilidade de acordes similares ou parte de uma letra é um facto. 

A situação torna-se caótica, ainda que não menos grave, quando está em causa um jovem intérprete/compositor, como é o caso de Diogo Piçarra , ainda sem o seu espaço, público e nome consolidados no nosso panorama musical, dada a idade e experiência.

 

Diogo Piçarra - fonte FB oficial

    Na segunda semi-final de apuramento para o Festival da Canção de Portugal, surgiu com um tema que foi associado a um outro interpretado por um pastor da IURD e posteriormente ao cântico Open Your Eyes de Bob Cull. Passemos a ouvir os temas, na voz de Diogo Piçarra e Bob Cull, uma vez que o tema da IURD foi baseado neste último.

 

 

 

    Luís Jardim pronunciou-se à N-TV, mediante uma análise que se pode (e deve) ler aqui . Para ele, além do júri do Festival da Canção nada perceber de música (e de facto, há que questionar a formação musical de muitos), e das semelhanças melódicas, o tema de Piçarra "é estruturalmente mais desenvolvido... O início é igual mas depois ele faz uma ponte, sobe uma quarta, modifica o tema e alterou a melodia". Refere ainda que "A conjugação da harmonia e da melodia é que contam para que uma música seja considerada plágio". Porém, serão as difenrenças para com o tema americano tão lineares quanto as referentes ao cantado em Português do Brasil?

 

   Como se não bastasse a acusação citada, é-nos chegada uma nova, desta vez relativamente ao tema Meu é Teu Falling Slowly  A música em causa pertence ao filme musical irlandês, de 2006, Once. Por forma a clarificarmos a nossa avaliação, escutemos ambos os temas, inclusive a versão acústica.

 

 

 

 

   Há uma cabala montada contra o artista, por forma a destruir a sua carreira ou tudo não passa de diferentes conjugações das harmonias com as melodias, o que não é plágio?

 

O que vos parece?

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