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[in]Sensato

Momentos [in] sensatos de reflexão, opinião e entretenimento

Ninguém é de Ninguém

   Um crime.

Um dia que morreu cedo demais, para dar lugar a uma noite pautada pelo ciúme

De acordo com a imprensa, álcool, drogas e o ciúme, numa relação já terminada, a discussão que deu lugar ao terminus de uma vida. Uma lua com retalhos de sangue e algumas perfurações. Ninguém tem o direito de roubar a vida ao seu semelhante. Somente, de acordo com a crença de cada um, uma força Divina. Mas quem somos nós para condenar?

 

   Insisto na falta de educação para os afetos, vulga "Educação Sexual", nas nossas Escolas. Nos preconceitos e receios na respetiva abordagem. Que a orientação sexual não é uma escolha. Insisto que, nas nossas Escolas, os alunos estão demasiado tempo nas salas de aula, não aprendendo a interagir, reagir e resolver conflitos. Saltam-se estadios do desenvolvimento, em nome de programas curriculares absurdos. Talvez por estas razões, associadas a hábitos académicos que fazem parte de algumas instituições ou minorias, da discussão passou-se às facadas.  O chamamento do manto negro.

 

Como entender que ninguém é de ninguém?

Todos nascemos do ventre de uma mãe. Quase todas nos acolhem e cuidam até estarmos preparados para "voar". O mesmo acontece no reino animal, destacando, por exemplo, os pássaros e gatos.

O crescimento e as dimensões da sexualidade jogam entre si, tornando-nos adultos. É importante salientar que os erros que fazem parte de determinada idade/estadio do desenvolvimento, quando não praticados nos respetivos momentos, manifestar-se-ão, na fase adulta, de forma inusitada. 

 

Os vídeos que a seguir disponibilizo já foram por mim aplicados em turmas do 6.º ano, na unidade da Reprodução Humana, em aulas/momentos de educação sexual. Alerto que o conteúdo pode ferir a sensibilidade de alguns leitores. Em ambos, de acordo com a orientação sexual, os amores, conflitos, frustrações,... rumo a um final que se pretende feliz ou equilibrado. 

 

 

 

 

As fotografias que ilustram esta publicação são do Facebook do Miguel Ribeiro, em modo público.

 

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