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[in]Sensato

Momentos de reflexão, opinião, crítica e entretenimento

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À conversa com o artista plástico João Galrão

Dezembro 13, 2017

P. P.

 

 

   João Galrão (JG) é um dos mais conhecidos artistas plásticos Portugueses. Formado pelo Ar. Co, em 2001, no Curso avançado de artes plásticas, a sua presença na internet faz-se sentir nas diferentes redes sociais.

 

 

João Galrão na Vernissage

 

 

 

PP: — De onde surgiu o teu interesse pelas artes?

JG: — O meu interesse pelas artes surgiu muito cedo, ainda em criança, talvez de forma inesperada. Era o melhor aluno da minha turma, a desenho. Mais tarde, já na adolescência, trabalhei numa fábrica de mármore, a bojardar pedra e a polir balaústres. Aqui tive o meu primeiro contacto com outra parte da matéria-prima. Anos depois, apesar de ter andado perdido na área de contabilidade, por insistência materna, iniciei um curso profissional de restauro do património, onde tive contacto com vários outros materiais e de onde surgiu este bichinho mais forte pela arte. Comecei a levá-la mais a sério, iniciando em seguida o curso superior em artes plásticas (Ar.co).

 

Obra de João Galrão

 

 

PP: — Quais são as principais dificuldades com que te deparas, como artista, no nosso país?

JG: — Umas das maiores dificuldades é sem duvida a financeira, pois temos visibilidade, mas não um ordenado conducente, ao fim do mês. Vivemos num país onde se paga 800€ por um telemóvel, o que já acham caro para uma obra de arte. Também acho que a imprensa nacional se mostra inerte. Ao expor numa coletiva, num Museu conhecido, como o do Chiado, nenhum jornalista teceu qualquer critica ou comentou as minhas peças. Como já referi, o nome é uma sorte, mas gostaria de ver uma abordagem mais profunda da mesma, é o país que temos.

 

Obra de João Galrão

 

 

 

 

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