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[in]Sensato

Momentos de reflexão, opinião, crítica e entretenimento

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Incêndios, Governo e Alterações Climáticas

Julho 22, 2019

P. P.

IMG_0055 do meu arquivo pessoal

 

Vivo numa região que foi fortemente atacada pelos incêndios de outubro de 2017. Com os alunos de um 4.º ano, da minha Escola, desenvolvemos um projeto de Reflorestação para a Missão UP da Fundação Galp. Posicionados nos 5 primeiros lugares, a nível nacional, razão pela qual pudemos visitar o CEIIA, constatei, por parte do júri, o total desconhecimento para com a realidade dos incêndios florestais, para não falar na ausência de sensibilidade. Portugal não tem somente um lado citadino e de classes cujo trabalho se desenvolve exclusivamente entre paredes. A floresta é impreterível à saúde do nosso planeta, a nossa casa. Será necessária uma aula de Ciências Naturais 5 ou 6 para que os Senhores Doutores compreendam esta importância?

 

As alterações climáticas são uma realidade. Todavia, em meu entender, no nosso país, não justificam de forma cabal os crimes dos incêndios florestais. Crimes! Um deles, o de sucessivos governos que têm padecido de alterações climáticas nas ações e análises. Uma teia de interesses que visa destruir a nossa floresta, autóctone ou não. Quiça o nosso país...

 

Após o conhecimento que todos nós, cidadão comuns, tivemos acerca do ocorrido em Pedrogão Grande, na minha zona... Não, não posso admitir que ainda se aborde esta temática a qual alimenta telejornais, e comcomitantes audiências; entre outras fontes sedentas da desgraça dos outros. Quase sempre,  as nossas forças de intervenção detetam alguns dos responsáveis, como pode ler aqui , mas e depois? Regra geral, dizem, incendiários são loucos . O cerne das fontes criminosas ficam por apurar (tal é a teia!).

Marques Mendes disse "Parece que nada mudou" e pouco mais acrescentou. Deixemos o nosso saudosismo, inércia e pacifismo, que tão bem caracterizam o nosso povo. Urge agir! Em nome da "nossa casa".

O que se tem feito em termos de ordenamento do território, sensibilização e reflorestação com espécies autóctones? Pouco ou nada. Na minha região, o nada é evidente. Os eucaliptos quase logo renasceram, avassalando terrenos que deveriam alimentar outras espécies. Até às Escolas chegam poucos estímulos capazes de implementar trabalho de campo, experimental e de projeto, neste âmbito. Na verdade, estes são manifestamente insuficientes.

O que se tem feito no intuito de combater a criminalidade que todo este tema encerra, ao seu redor?

Na poesia alguma verdade, como pode ouvir aqui

 

Os R da Sustentabilidade

Junho 26, 2018

P. P.

 

Sustentabilidade

 

 

   A política dos 3 R consiste num conjunto de medidas de ação adoptadas em 1992, por ocasião da Conferência da Terra, realizada no Rio de Janeiro, bem como no 5.º Programa Europeu para o Ambiente e Desenvolvimento de 1993.
Esta política é válida para todo o tipo de resíduos/efluentes sólidos, líquidos e gasosos. Os 3 Rs da sustentabilidade (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) são ações práticas que visam minimizar o desperdício de materiais e produtos, além de poupar a natureza da extração inesgotável de recursos. Adotando estas práticas, é possível diminuir o custo de vida reduzindo gastos, além de favorecer o desenvolvimento sustentável.

 

REDUZIR

   Consiste em evitar a produção de resíduos, evitando consumos desnecessários, utilizando produtos em embalagens familiares ou sem embalagens excessivas, recorrendo a novos materiais, designs inovadores e tecnologias com maior respeito pelo ambiente, uso racional da água, economia de energia elétrica e de combustíveis. Na redução, o objetivo é comprar bens e serviços de acordo com nossas necessidades para evitar desperdícios, adotando um consumo não apenas com consciência ambiental, mas também económica

REUTILIZAR

   Consiste em utilizar um produto mais do que uma vez para o fim para o qual foi produzido ou para outro fim. Para tal, devemos optar por embalagens com recarga, aproveitar o verso das folhas para rascunho, preferir pilhas recarregáveis, atualizando os processos produtivos e adotando tecnologias mais limpas.

RECICLAR

  A reciclagem envolve o processamento de um material com sua transformação física ou química, seja para a sua reutilização sob a forma original ou como matéria-prima, para a produção de novos materiais com finalidades diversas. Por exemplo, pneus antigos podem se tornar componentes para asfalto ou latas de alumínio podem ser fundidas para darem origem a novas latas. Mas nem todos os lixos são recicláveis. Para que os materiais possam ser reciclados é necessário proceder a sua deposição no respetivo ecoponto. Os materiais mais comuns no processo de reciclagem são o vidro, o papel/cartão e o plástico/metal.

 

   Com a evolução e dado o facto destas medidas serem recentes integrou-se um "novo R", passando a falar-se nos 4 R's da Sustentabilidade: Reduzir, Reutilizar, Reciclar e Reparar.

 

Sustentabilidade

 

 

REPARAR

   É um processo que consiste na recuperação de certos materiais, que ainda estejam em  condições mínimas para serem trabalhados e posteriormente utilizados, como é o caso dos móveis.

 

 

 

Alguns aspetos a considerar:

 

- Os mais velhos resíduos do mundo foram encontrados na África do Sul e têm cerca de 140 mil anos de idade. Estes resíduos contém ossos, carvão, fezes e restos de cerâmica;

- O papel pode levar 3 a 6 meses a ser "absorvido" pela natureza;

- Uma simples pastilha elástica pode levar 5 anos a ser decomposta;

- As latas de refrigerante podem levar 100 anos para se decomporem;

- O plástico pode levar até 500 anos;

- Se reciclarmos uma tonelada de papel salvam-se cerca de 20 árvores;

- Os plásticos são feitos a partir do petróleo.

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