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O Início da Vida - The Beginnig of Life

The beginnig of Life

   The Beginning of Life é uma série documental, lançada em 5 de maio de 2016, a qual pode encontrar em dividida em 6 episódios, na Netflix ou como filme de 2h, com o título O Começo da Vida.

 

   Como série ou filme é totalmente recomendável a futuros pais, pais, educadores, profissionais de saúde, pedagogos,... De seguida, abordarei esta documentário como série dado ter sido a forma como encontrei e visualizei esta fonte de saber. 

 

Do FB de O Começo da Vida

 

 

   Nela, em estrita articulação com padrões da neurociência, demostra-se que os bebés são mais inteligentes do que pensamos e o poder do afeto e dos cuidados para o desenvolvimento de novos estruturas neurológicas, o que não se constata, por exemplo, em crianças abandonadas ou sem afetos disponíveis, como tantas vezes sucede nas instituições (e não só!). Isto é demonstrado inclusive, com ratos e gatos, em laboratório. Também o pai cuidador, nos primeiros meses de vida, pode ganhar novas estruturas neurológicas, como se uma tendência da nossa espécie fosse quebrada. Uma criança que receba pouco afeto, e como tal veja comprometida o desenvolvimento de estruturas neurológicas, em princípio, futuramente, como progenitor(a) também não saberá dá-lo aos seus descendentes. “As recordações emocionais tanto para o bem quanto para o mal têm um peso muito maior durante este período, que é um tempo de formação, criação e estruturação de indivíduos”, diz Estela Renner, diretora da série.

 

Da página do FB - O Começo da Vida

 

   As famílias monoparentais ou homossexuais são também estudadas e apresentadas.

   Esta série mostra ainda como o ambiente da criança, durante os primeiros anos de vida, pode moldar o seu desenvolvimento cognitivo, emocional e social. A série apresenta entrevistas com especialistas mundias em desenvolvimento na primeira infância e de famílias de diversas origens culturais, étnicas e sociais, incluindo a super-modelo Gisele Bündchen e Phula, uma menina que cuida sozinha de seus irmãos na Índia (um exemplo de vida e sobrevivência).

 

   Claro que os modelos de ensino/aprendizagem e currículos com que nos deparamos, nas nossas escolas, deixam-nos a pensar se  queremos futuros agentes inovadores ou seres tristes, sem curiosidade. Uma situação extremamente peculiar, nem sempre levada a cabo por educadores, intra e extramuros, por culpa do Ministério da Educação e limitações colocadas por muitos Agrupamentos de Escolas (e/ou pais), consiste na exploração de pinhais ou terrenos próximos dos Jardins de Infância. Por esta razão, no 2.º CEB, em ciências naturais, no decorrer dos anos, os meus alunos têm vindo a manifestar desconhecimento na identificação de um musgo ou de um feto, desconheçam as sementes da maçã e respetiva função, ...  Também no 1.ºCEB, o ensino da classificação das raízes, por exemplo, sem recurso ao meio envolvente, traz consequências. Não bastasse muitos ensinarem, de forma errada, o que são raízes tuberculosas.

 

   Questiono os conhecimentos a respeito do desenvolvimento infantil, inclusive na adolescência, de quem lavra os programas curriculares em vigor.

 

Do FB - O Começo da Vida

 

   O Começo da Vida é uma produção da Maria Farinha Filmes, em associação com vários colaboradores, dentre os quais a Fundação Bernard van Leer.

“Nós apoiamos O Começo da Vida para difundir uma mensagem urgente: dar a todas as crianças um bom começo na vida é crucial para a construção de sociedades pacíficas, prósperas e criativas – e o que marca a diferença são as pessoas que se fazem presentes na vida das crianças pequenas”, acrescenta Michael Feigelson, diretor executivo da Fundação.

 

 

 

A ver!

 

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Ninguém é de Ninguém

   Um crime.

Um dia que morreu cedo demais, para dar lugar a uma noite pautada pelo ciúme

De acordo com a imprensa, álcool, drogas e o ciúme, numa relação já terminada, a discussão que deu lugar ao terminus de uma vida. Uma lua com retalhos de sangue e algumas perfurações. Ninguém tem o direito de roubar a vida ao seu semelhante. Somente, de acordo com a crença de cada um, uma força Divina. Mas quem somos nós para condenar?

 

   Insisto na falta de educação para os afetos, vulga "Educação Sexual", nas nossas Escolas. Nos preconceitos e receios na respetiva abordagem. Que a orientação sexual não é uma escolha. Insisto que, nas nossas Escolas, os alunos estão demasiado tempo nas salas de aula, não aprendendo a interagir, reagir e resolver conflitos. Saltam-se estadios do desenvolvimento, em nome de programas curriculares absurdos. Talvez por estas razões, associadas a hábitos académicos que fazem parte de algumas instituições ou minorias, da discussão passou-se às facadas.  O chamamento do manto negro.

 

Como entender que ninguém é de ninguém?

Todos nascemos do ventre de uma mãe. Quase todas nos acolhem e cuidam até estarmos preparados para "voar". O mesmo acontece no reino animal, destacando, por exemplo, os pássaros e gatos.

O crescimento e as dimensões da sexualidade jogam entre si, tornando-nos adultos. É importante salientar que os erros que fazem parte de determinada idade/estadio do desenvolvimento, quando não praticados nos respetivos momentos, manifestar-se-ão, na fase adulta, de forma inusitada. 

 

Os vídeos que a seguir disponibilizo já foram por mim aplicados em turmas do 6.º ano, na unidade da Reprodução Humana, em aulas/momentos de educação sexual. Alerto que o conteúdo pode ferir a sensibilidade de alguns leitores. Em ambos, de acordo com a orientação sexual, os amores, conflitos, frustrações,... rumo a um final que se pretende feliz ou equilibrado. 

 

 

 

 

As fotografias que ilustram esta publicação são do Facebook do Miguel Ribeiro, em modo público.

 

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