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[in]Sensato

Momentos de reflexão, opinião, crítica e entretenimento

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Momentos de reflexão, opinião, crítica e entretenimento

Aquametragem

A animação vencedora sobre os R's para a sustentabilidade da água

Agosto 07, 2019

P. P.

<< Marina Lobo foi premiada com a animação “Aquametragem” no Festival de Filmes ODSs em Ação; competição destaca ações de pessoas e organizações no mundo em prol das 17 metas globais.

A animação “Aquametragem” da portuguesa Marina Lobo, foi a vencedora do Festival de Filmes ODSs em Ação, na categoria “Protegendo o nosso planeta”.

A obra foi produzida com o objetivo de sensibilizar o mundo para uma mudança de comportamento no modo de consumo da água e para um uso eficiente que contribua para uma maior sustentabilidade hídrica.>> Fonte ONU NEWS, a 7 de agosto, pelas 19h

 

E se Portugal fosse a Amazónia

Julho 24, 2019

P. P.

E se Portugal fosse a Amazónia que precisamos salvar? é um artigo de opinião muito pertinente, escrito por Daniel Deusdado, no Diário de Notícias de 12 de julho deste ano, por mim hoje acedido, pelas 11 horas. Para lê-lo, basta recorrer à primeira hiperligação. 

 

 

(...) Sim, temos de atacar o plástico nos oceanos, mas a solução não é substituí-lo por sacos de papel ou cartão, por mais que pareça bonito e ecológico e novo nos jornais de fim-de-semana. Aumentar o consumo de papel é, no caso português, legitimar e perpetuar o nosso fogo quotidiano, dia quente após dia quente, ceifando tudo, incluindo vidas humanas e milhões de unidades vegetais, pássaros, ruminantes, insetos, anfíbios e tudo mais.

(Deusdado, D., E se Portugal fosse a Amazónia que Precisamos Salvar?, acedido às 12h16mim, do dia 23/07/17)

 

A empresa da celulose será a única que justifica este grau de criminalidade?

Recordo ainda o projeto Reflorestar, dos meus alunos, para a Missão Up, da Fundação Galp. Apesar de uma colocação no TOP5 nacional, o trabalho foi desvalorizado em prole de outro que exigia o recurso a papel. Sem árvores há papel?

Alguns ministros e professores universitários vivem alheados das matérias-primas necessárias à diminuição da pegada ecológica?

Quantas pontes entre nós

Março 11, 2019

P. P.

Quantas pontes entre nós by PP

     A ponte, a passagem para outra margem, naquela floresta, há pouco mais de um ano dizimada pelo fogo feroz, num 15 de outubro de 2017 enfeitiçado, fruto da ganância do homem e de um governo desprovido de medidas ambientais e preventivas. 

 

    Uma ponte que une extremos, no que à dimensão das consequências diz respeito, mas não deixa de sentir o pulmão dolente e sufocado, as perdas na flora e na fauna,... Um elo que evidencia a destruição. 

 

    Um dia, de nada adiantará rezar. A revolta dos anjos despojará as preces dos criminosos e de todos aqueles que não lutaram, nós! 

 

                                                                         Fotografia do meu arquivo pessoal 

 

Bem-vindo Calor, mas o interior do país continua esquecido e não só

Junho 18, 2018

P. P.

 

      Neste artigo, não pretendo mostrar-vos fotografias com qualidade ou profissionais. Pretendo que sejam reais!

Todas elas foram tiradas neste domingo, às 20h, apontando para diferentes pontos cardeais, desde a minha casa, fazendo-se sentir um calor insuportável. Esta é uma zona atingida pelos incêndios de outubro, o que é bem evidente na primeira. Não pretendo recordar aquela noite, para nós, sobretudo na zona Oeste, nem sempre com água, sem bombeiros, com faltas de eletricidade e sem telecomunicações.

 

 

 

Zona Oeste da minha região by PP

Outra perspetiva_20180617_by PP

Um pouco de Este_20180619.by PP

 

   Já escrevi acerca do que se tem passado nesta zona do país. Por exemplo, alertei para a não reflorestação de toda a região, disseminando-se assim, eucaliptos e acácias, de que é exemplo esta publicação. Também os blogues Não é que Não HouvesseO Último Fecha a Porta têm dedicado algumas publicações ao ambiente e à realidade do interior do país. Talvez por não escrevermos a respeito de engates e futilidades relacionadas com uma das mais importantes dimensões humanas, o Sapo Blogs (será esta a hiperligação?) nunca nos concedeu, no que a esta temática diz respeito, um destaque.prévio. Seguramente, outros bloguistas, aqui não enunciados fazem parte do nosso grupo. A eles, o nosso obrigado. Continuemos a lutar! Aliás, até a respeito das condições dos professores, greves... os destaques do Sapo Blogs é praticamente nula. Interesses? Não alimentemos o que pouco importa e concomitantes condições, devidamente plasmadas pela Equipa. Condições às quais muito raramente obedecem, mas... Talvez o melhor seja escrevermos a respeito de como engatar, numa floresta queimada ou num planeta em tão mau estado. Ironia!

 

   A nossa preocupação, entre muitas outras, prende-se, com a Terra, como pode ler neste artigo ou neste. Enquanto isto, muitos portugueses congratulam-se com a atual massa de ar quente, de passagem pelo nosso país. Pedrogão Grande é recordado de forma egoísta, servindo, inclusive para alimentar populismos pacóvios ou publicações a destacar no separador "opinião", destinado a alguns bloguistas desta plataforma, sem verificação do conteúdo. Ainda há cerca de 2 semanas, no programa das 19h da SIC, uma das regiões da minha zona foi mostrada aos telespetadores, na presença do Presidente da CM que pouco ou nada adiantou. Em Treixedo, Santa Comba Dão, são várias as casas destruídas e a população continua sem apoios

 

  

 

 

   Hoje, pretendo recordar-vos acerca da a importância da água para a fertilidade dos solos, que os alimentos não provêm das prateleiras dos supermercados e que uma das "funções" das árvores é humedecer o clima

Sem árvores, nas regiões atingidas pelos incêndios, a riqueza do ar em vapor de água (humidade), as sombras e o oxigénio não são como antes. Isto, alastra-se ao país. Tal como comecei esta publicação, as fotografias aqui expostas referem-se às 20h do dia 17 de junho. Enquanto isto, espécies não se desenvolvem por escassez de água ou excesso de calor, instalam-se pragas estranhas e claro, acentua-se a necessidade de ordenar o território. As nossas país florestas requerem espécies autóctones. A plantação do pinheiro-bravo, espécie não originária do nosso país, também merece alguma atenção na forma como é distribuída. 

 

   Não é feita qualquer abordagem aos cuidados a ter com a radiação solar, uma vez que tal podemos ler em outros blogues, como neste.

 

   Entretanto, as nossas televisões e governo devem continuar a falar de incêndios, como em anos anteriores, por forma a estimular que estes continuem a ser disseminados. Duvido que não entendam que o debate deve ser efetuado de outra forma, não só prevenindo, como condenando. Afinal, quais são os reais interesses relacionados com os incêndios no nosso país?

 

 

Esta publicação fez parte do Blog Quentes.

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Direitos

Ainda que procure uma utilização cautelosa e não abusiva de textos, imagens e sonoridades, poderá haver lugar à utilização indevida de obras objeto de direitos de autor. Contudo, apesar do recurso às hiperligações de origem, sempre que a legislação o implique ou seja devidamente informado, de imediato procederei a reajustes. Os textos e fotografias sem referência bibliográfica são da minha autoria.

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