Opinião - Táxi Driver (de 2017)
Quando me deparei com o título, sem me preocupar com a leitura do argumento, pensei tratar-se de uma nova versão da polémica dos anos 70, com Robert de Niro e Judie Foster. Nada disso, estamos perante um título indie.

Trata-se de uma obra Coreana, dirigida por Hun Jang. De início pensei tratar-se de uma comédia, até que o nível de sensibilidade do filme começou a desenrolar-se.
Indo ao encontro do Massacre Gwangju, de 1980, um acontecimento histórico e trágico da Coreia do Sul, na procura da democracia, o diretor traz-nos um filme de grande carga sentimental. Há um toque especial na abordagem deste tema trágico, incidindo sobre a ligação entre um repórter alemão (Thomas Kretschmann) e taxista (Song Kang-ho) que o ajudou na recolha das notícias a divulgar para todo o mundo. Muitos dos factos são verídicos.
Uma das provas de que o cinema americano não é o melhor.
Eis o trailer, com legendas em inglês.


