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[in]Sensato

Momentos de reflexão, opinião e entretenimento, ao deambular entre dois polos

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   No nosso país, a magia do festival da eurovisão da canção cessou nos anos 90, até ao fenómeno Salvador Sobral. As más classificações, as votações com intuito político, o estilo de música foram massacrando este espetáculo, antes aguardado com enorme expetativa. 

 

 

 

   A comunidade LGBTI, e sobretudo os homossexuais foram alimentando o gosto por este espetáculo, contribuindo assim para que não caísse no esquecimento dos portugueses. Afinal, este é um momento de cor, "vedetismo", exuberância,...

 

   No meu parecer, uma vez que permaneci anos sem ver este momento televisivo, ao ouvir os nossos representantes, no ano passado, Salvador Sobral levou uma musicalidade diferente, contrariando as tendências, com uma letra com conteúdo. Desta feita, neste ano, no nosso país, muitos foram os países que ousaram fugir à rotina e inovar. 

 

 

 

 

   Portugal tem vindo a mostrar que tem bons profissionais e sabe levar a cabo momentos televisivos que em nada nos envergonham. Ok, não aprecio muito o inglês de Catarina Furtado, atendendo a que viveu e estudou alguns anos em Londres, adoro Filomena Cautela e Daniela Ruah, mas o que interessa é o produto final. No momento em que escrevo estas linhas, encontra-se a atuar a 26.ª canção, pelo que não posso tecer juízos a respeito das votações e vencedores. Contudo, senti maior empatia com os temas da 1.ª parte do que os desta 2.ª parte, da qual destaco, pela positiva, a atuação italiana, pelas memórias idílicas desencadeadas por aquelas vozes. 

 

   Para quem já perdeu um ente querido, penso que a atuação e letra do intérprete alemão não passa indiferente.

 

 

Destaco ainda a Austrália e Áustria, sem esquecer o nosso país.

 

 

 

 

 

 

 

Viva a diferença!

 

 

   É bom constatar que Portugal deu destaque a diferentes musicalidades do nosso país, sem esquecer o lado africano tão presente em nós.  

 

 

 

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