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[in]Sensato

Momentos de reflexão, opinião e entretenimento, ao deambular entre dois polos

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Casados à Primeira Vista, uma opinião

Casados à primeira Vista

 

 

  << “Casados à Primeira Vista” não é um programa de engates em direto. “Casados à Primeira Vista” não é lixo televisivo como os que não veem o programa gostam de dizer. É, sim, um formato que nos mostra vários lados do ser humano, que nos mostra como as pessoas reagem perante situações de stresse emocional, de pressão social e familiar, que nos faz pensar em muitas coisas(...)

 

   A ideia de alguém, de um dia para o outro, casar-se com uma pessoa que não conhece de lado nenhum mexe com demasiadas coisas, com a mente, com as rotinas, com medos, frustrações, levanta dúvidas de comportamento, eleva a insegurança, e tudo isso gera comportamentos atípicos, perfeitos para criar um bom programa de televisão. É por isso que “Casados à Primeira Vista” é interessante, é sobretudo se pensarmos nisto e olharmos a isto que conseguimos entender melhor este formato e o porquê de ficarmos presos às histórias e às vidas destas pessoas que não conhecíamos de lado nenhum (e que agora nos são tão próximas). Foi também esta a razão do sucesso da primeira edição de “Big Brother”, há 18 anos. Nada, em televisão, nos capta tanta atenção como o conflito entre pessoas, nem mesmo o sexo. O ser humano é assim, nada a fazer. Está gente a discutir, para tudo a olhar, todos querem ouvir, seja num café, no meio da rua, na televisão ou no trânsito (...)>>

 

Adaptado de

Ricardo Pereira (2018), O Ricardo do Magg, em 16 de novembro de 2018

 

 

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