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[in]Sensato

Momentos [in] sensatos de reflexão, opinião e entretenimento

The Deuce - da prostituição ao mundo da pornografia

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     No início da década de 70, nos EUA, a prostituição ilustrava a lendária rua 42, de Times Square, também conhecida por The Deuce. Sexo, drogas e violência conviviam entre si, enquanto a indústria pornográfica emergia. The Deuce é uma série acerca destas realidades, disponível na HBO Portugal, nas suas duas temporadas, estando já prevista a terceira. Assim sendo, a 1.ª temporada contempla os anos 71 e 72 e é aquela sobre a qual me debruço, neste texto. Por outro lado, a 2.ª temporada, reflete o espaço entre 1977 e 1980.

 

    Esta não é uma série para todos. Não é recomendável a menores de 18 anos, pessoas impressionáveis ou com a mente menos aberta. Com um excelente elenco, cenários, figurinos, luz, banda sonora e adereços, aqui o sexo parece, em muitos casos, real, assim como a violência. A relação entre os chulos e as prostitutas encontra-se bem evidente, tal como as dependências e a violência no seu todo. 

    No intuito de fugir aos chulos, na procura de novas oportunidades ou como parte integrante da violência por estes exercida, algumas das prostitutas de então deparam-se com uma indústria desconhecida, na qual, de início, apenas tinham de gravar atos sexuais, sem áudio nem rostos expostos. Entretanto, estas faces começaram a ser expostas, gerando-se conflitos familiares. Mas esta indústria protegia as mulheres da violência das ruas...

    Duas personagens, uma estudante e uma escritora, deambulam neste mundo, no intuito de compreender a submissão feminina. Mergulhamos ainda num mundo em que a homossexualidade era considerada doença mental, de acordo com a DSM, e à mudança do conceito, aumentando a liberdade e à exploração de ambos os sexos. Veja o trailer seguindo a hiperligação.

 

Nota 9 em 10 

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Os Vizinhos - 1.ª temporada - os Indutores da nossa Vida podem estar tão Perto

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    Os Vizinhos ou Nieuwe Buren, aqui na sua 1.ª temporada (cf. a hiperligação) é uma série holandesa, que está disponível na plataforma Prime Video, nas suas duas temporadas.


    Um argumento fantástico, para uma produção e elenco à altura. Esta série dramática, facilmente adquire tons de erotismo e thriller. Aliás, tudo começa com uma criança, a brincar no jardim com um palhaço, segredando-lhe não poder regressar a casa. Isto porque, os pais estão a discutir com os vizinhos. Nada escutando, o palhaço aproxima-se da varanda e vê a cortina manchada de sangue, assim como o esboço de uma mão ensanguentada no vidro. Num ápice, a série regressa ao passado, no momento em que um casal procura uma casa para viver com a vinda da 1.ª filha. Como o bairro parece muito familiar compram uma das casas, envolvendo-se, de forma diferente, com os vizinhos.


    Alguns dos primeiros episódios podem dar a ideia de uma série lenta, mas tal não acontece. Estamos a ser preparados para uma dose de sensualidade e suspense intenso. Dos pontos inesperados e pouco abordados em séries e filmes, são retratados através da deficiência hereditária, dado o gene dominante de um dos progenitores e a doença incapacitante na velhice. Neste, o desejo e a inversão de papéis, no que ao mais capacitado diz respeito. A vingança e a maldade humana, que se pode esconder no mais etéreo dos seres humanos.


    Nesta primeira temporada são abordados alguns dos seguintes assuntos: relacionamentos abertos, a prática de swing, a sexualidade na 3.ª idade, a traição, o fio ténue da confiança, a discriminação em contexto escolar, em função das práticas dos pais, a terapia de casal, a deficiência hereditirária, a infertilidade, a religião, as toxicodependências, a falsa inocência e a sociedade de aparências.


     Os episódios finais são simplesmente contagiantes. Torna-se difícil abandonar a série por poucos minutos que seja. Afinal, tudo começou com evidências que podem ou não corresponder à realidade. Alguém morre? Em caso de vítimas, quantas são? Quem são os prováveis assassinos?

    Embora se trate de uma série aconselhada para maiores de 16 anos, não me parece recomendável a pessoas mais sensíveis. Um ponto a ter em atenção, nada do que é abordado é fantasia.

 

#theneighbors #nieuweburen #osvizinhos #primevideo #rtl4

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Sex Education - o humor deambula pelos problemas da sexualidade

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    A comédia dramática Sex Education, da Netflix, que estreou a 11 de Janeiro, e que é da autoria de Laurie Nunn, retrata a vida de Otis Milburn, interpretado por Asa Butterfield. Ele, que é filho de um casal de terapeutas sexuais que se divorciaram recentemente, vive com a sua mãe, Jean (Gillian Anderson, a eterna Scully de a série “The X-Files”) cresceu a ouvir em casa, e às escondidas, as consultas da sua progenitora com os seus pacientes.

 

   Otis Milburn é um adolescente, naquela fase em que todos os jovens começam a pensar no início da sua atividade sexual, e Jean é uma terapeuta sexual, que fala abertamente com o seu filho sobre o tema, seria de esperar que Otis fosse mente aberta relativamente ao assunto. Na teoria até é, mas na prática …. No entanto, as coisas mudam de figura quando Otis conhece Maeve, papel interpretado por Emma Mackey.

 

    Em oito episódios, com uma excelente dose de humor, são abordadas temáticas da nossa adolescência e da dos outros. Algumas problemáticas referentes à sexualidade podem deixar o espetador "espantado", dado nunca ter pensado na existência das mesmas. Assim sendo, entre outros, são abordados temas como:

- os problemas, durante o coito, dos homens (rapazes) com o pénis grande;

- a dificuldade de alguns em tocarem nos seus genitais, considerando-os "nojentos";

- a virgindade de hetero e homossexuais;

- as atitudes adotadas por forma a integrar um grupo;

- os comportamentos entre grupos e a frieza que muitas vezes adotamos, durante esta etapa;

- o crescimento dos adolescentes, sem a presença dos pais;

- o reflexo dos pais nos filhos, obrigando-os à prática de atividades que não são do agrado deles;

- a masturbação;

- o sofrimento daqueles(as) que não se encontram ao mesmo nível de maturação sexual que a dos seus pares;

- as consequências, a longo prazo, de quando se assiste à cópula de um progenitor com outra pessoa;

- etc.

 

    Ingredientes mais do que suficientes para pais, adolescentes, professores e psicólogos, numa série bem contextualizada, com sequência, interpretações e roteiro muito bons e uma banda sonora, também ela magnífica, a qual acenta em músicas dos anos 80. A ver

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Dogs of Berlim - o submundo numa das maiores cidades europeias

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    Dogs of Berlim ("Cães de Berlim", na tradução à letra) é a 2.ª produção alemã da Netflix. Em 10 episódios, de cerca de 1h, a violência que se observa em algumas das diferentes cidades europeias, num drama policial, sem heróis perfeitos. O papel da segurança social, a luta pela sobrevivência, a inclusão de jovens reclusos no meio de trabalho, a luta entre diferentes nacionalidades, uma cidade multicultural e racial, os neonazis, o racismo, o lado escuro do mundo do futebol, a ilegalidade das casas de apostas e as lutas entre gangues são alguns dos aspetos abordados. Motivos mais do que suficientes para uma reflexão sociológica e o que se passa no nosso país. 

 

    Tudo começa com um jogador da seleção alemã, de origem turca, que aparece assassinado, e sem algumas falanges que foram... comidas pelo seu cão.

 

     Do elenco fazem parte Feliz Kramer e Fahri Yardim, que interpretam os papéis dos dois polícias pouco convencionais na capital alemã. E ainda,  Katharina SchüttlerAnna Maria MüheKatrin SassHannah Herzsprung, Antonio WannekMišel MatičevićJasna Fritzi Bauer e Constantin von Jascheroff. Um corpo de atores capaz de dar resposta às exigências desta série, com um argumento bastante bom, luz e fotografia. Para os mais preconceituosos, tal como na vida real, o nu frontal está presente. Dogs of Berlin conta-nos a história de dois detetives com personalidades diferentes. Um deles mantém conexões com um lado do mundo do crime... Contrariados, veem-se obrigados a formar uma equipa e a trabalhar, conjuntamente, no submundo da capital alemã. O desafio que se lhes põe vai obrigá-los a confrontarem as suas fraquezas humanas e as atividades criminosas. Surge um dilema: afinal, de que lado da lei estão?

 

    No nosso país, esta série é aconselhada a maiores de 16 anos. Contudo, parece-me necessário atender às características do adolescente. Deixo-lhe o trailer.

 

 

 

 

 

 

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A Fugitiva - a série dramática que evidência a violência doméstica

 

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    A Fugitiva (La Fugitiva) é uma série espanhola de 2018, produzida pela RTVE e divulgada pela Netflix. Esta obra, decorrente do drama e concomitantes consequências, e violência, em 10 episódios, com cerca de 1h/cada, na sua primeira temporada. 

 

    Com direção de Joaquin Oristrell, do elenco faz parte Paz Vega, Julio Bracho, Arantza Ruiz; entre outros. O inespererado prende o telespetador do início ao fim. 

 

    A trama tem como plano de fundo a violência doméstica, o machismo e o poder. Esta produção conta a história de Magda Escudero (Paz Vega), esposa de Alejandro (Julio Bracho), que abusa dela constantemente. A vítima, no entanto, à semelhança de tantas outras mulheres, permanece casada com ele por causa dos três filhos do casal. Mas, uma guerra de lideranças e um sequestro vai mudar a vida de todos.
    A temporada decorre num intervalo de 90 horas e acompanha a fuga de Magda e dos filhos, do México, os quais tentam assumir uma nova identidade, em Espanha enquanto são perseguidos por criminosos e pelo marido abusivo e algo obsecado. Perante a violência doméstica, a narrativa aborda os relacionamentos abusivos. A má formação do ser humano, o cinismo e a sede pelo poder são elementos em destaque. 

 

    Argumento, casting, figurinos, direção, fotografia e luz muito bons.

4,5 

 

Veja o trailer.

 

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Perfume - a série da Netflix baseada no livro de Patrick Süskind

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    Perfume (Parfum) é uma série, de 6 episódios, adaptada da obra com o mesmo título de Patrick Süskind. Este romance, que deu origem ao longa-metragem Perfume - A História de um Assassino, é ambientado em França, durante o Século XVIII e acompanha as práticas de um assassino em série, com um olfato absurdamente apurado, e que desenvolve uma maneira de engarrafar, conservando, os odores das suas vítimas, transformando-os em perfumes. A procura de uma poção mágica capaz de enfeitiçar todos. Nesta série, a ação decorre na Alemanha dos nossos dias, fazendo referência ao passado de um grupo de jovens estudantes com 13 anos, em 1997.

 

    Na ação, uma investigadora e sua equipa, amante do detetive que a coordena, procuram descobrir e impedir a atividade do serial killer que regressou, matando uma cantora, membro de um grupo de antigos alunos de um colégio católico na década de 90, do qual era o elemento mais sensual e desejado. Cortes específicos, remoção das glândulas sudoríparas, dos genitais e pedaços de cabelo eram prática recorrente deste. Desta forma, a investigação ruma ao passado, levado-nos ao grupo de amigos desta personagem, o qual experimentou, naqueles tempos, manipular fragrâncias humanas. Simultâneamente, a descoberta da sexualidade.

 

    Até ao momento, todas as críticas que li a respeito desta série foram positivas. 

<<O Perfume é uma série mais densa do que o público fã dos mistérios da Netflix está acostumado. Na verdade, aqueles que buscarem apenas a tensão e a intriga do mistério principal, podem acabar se decepcionando com o ritmo lento da investigação, e com a dispersão da trama, que não hesita em deixar o mistério de lado para contextualizar alguma ação dos protagonistas. Os flashbacks acabam sendo complementos eficientes para a trajetória dos personagens, não só revelando pontos cruciais para a investigação, mas proporcionando uma intimidade maior ao espectador.>> - Observatório do Cinema, em 03/01/2019, às 19h 06 min.

 

    Contudo, para mim, esta não é uma série cativante, à semelhança de outras da Netflix. Cada episódio, com cerca de 1h, tem um ritmo lento, tornando-se, por vezes, confuso. Com excelente qualidade de luz e fotografia, o mesmo não se aplica a grande parte dos figurinos. As roupas referentes a 1997 não são, em todos os casos, as de então. Relativamente aos efeitos especiais, todos os corpos mutilados parecem uma boneca insuflável, sem o pormenor da boca. Da escolha de atores, pessoas que deveriam estar na faixa dos 30 ou início dos 40 anos, muitos deles são bem mais velhos. 

    Os episódios têm pouca dinâmica, apesar da riqueza das personagens, terror e o mistério acaba por tornar-se irritante. Deixo-vos o trailer, aguardando as vossas opiniões.

 

 

 

 

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You - do livro à série

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    Inesperadamente, deparei-me com a série You (Tu) na Netflix. 

Ao ler a sinopse logo pensei "é o meu estilo". Confesso que o 1.º episódio não me conquistou, mas depois do 2.º... senti-me, de novo a ler Aqueles que Merecem Morrer. Viciante!

    Em 10 episódios, You é baseada no best-seller literário de Caroline Kepnes. Considerei boa esta difícil conversão de obra literária em série. Um elenco muito bom, numa história bem estruturada, cativante e bem realizada.

 

 

Guinevere Beck é uma aspirante a escritora, que vê a sua vida mudar completamente ao entrar numa livraria em East Village, onde Joe trabalha. Assim que a conhece, Joe tem certeza de que ela é a mulher dos seus sonhos e ele fará de tudo para conquistá-la.

A partir daí, uma série de acontecimentos estranhos tomam conta da vida dos dois.

 

Extraído daqui.

 

   You expõe a linha ténue entre o amor e a obsessão num relacionamento amoroso. Ao mesmo tempo, este drama crítica, de forma assertiva, a utilização das redes sociais e respetiva influência nas relações humanas. À semelhança de Por 13 Razões também aqui temos um narrador - o psicopata. Como tal, temos que ter cuidado com as suas perceções...

 

 

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Série O Recluso

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    El Recluso é uma série mexicana baseada numa outra, de grande sucesso, O Marginal. Acerca desta, opinei aqui e aqui

    Os primeiros 6 episódios são muito semelhantes aos de O Marginal, com outro foco ao nível da história.

 

    

Um antigo fuzileiro faz-se passar por recluso numa prisão mexicana para se infiltrar num gangue suspeito de ter raptado a filha adolescente de um juiz americano, com o objetivo de a salvar. O inferno da prisão envolta em corrupção vai colocar em perigo a vida deste homem.

 

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    Nos restantes 7 episódios, a chantagem, os conflitos e uma história mais consistente do que a dos primeiros 5 a 6 episódios toma lugar. Tendo como pontos fortes a atuação de Serricchio, a direção de arte e a fotografia meio granulada e suja de Jaime Reynoso – veterano de séries americanas – a série  da Netflix O Recluso tem como ponto fraco uma queda no seu roteiro, mais ou menos pelo meio dos episódios, o que acaba por gerar sequências em que nada acontece para levar a trama adiante. Contudo, tal acaba por corrigir-se e o final, inesperado, deixa em aberto uma 2.ª temporada.

 

 

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Opinião - La Reina del Flow

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   Ontem, ao deparar-me com uma nova série na netflix, ainda que com um número elevado de episódios, decidi dar-lhe uma oportunidade. La Reina del Flow ou A Rainha do Flow é uma série, tipo novela, em 82 episódios, produzida pela Teleset e Sony Pictures Television para a estação televisiva  Caracol Televisión. Em episódios de aproximadamente 50 minutos, com pouca violência e muita música, é-nos dada a conhecer a história de Yeimi, uma jovem compositora talentosa, envolvida no narcotráfico de forma não intencional, e Charlie, um cantor sem qualquer vocação como compositor, o qual acaba por fazer muito sucesso, à custa da traição praticada para com Yemmi. Do outro lado, Juancho, amigo de Charlie, apaixonado por Yemmi, humilde e sem conhecimento das práticas do amigo. Um bom resumo desta série/novela conseguimos encontrar aqui.

 

   Os ritmos latinos estão sempre presentes. 

A par da simplicidade da história, que envolve a vingança de Yemmi junto de Charlie e a tentativa em destruir o cartel do tio deste, responsável pela morte dos pais de Yemmi, podemos passar alguns bons momentos com esta série, não esperando as dimensões cativantes de FarinaO Marginal ou História de um Clã, como exemplo, o que faz com que esta seja adequada a maiores de 13 anos, considerando-a, inclusive, algo juvenil, nestes 5 episódios já vistos.

 

Uma boa introdução

 

 

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The Sinner - a 2.ª temporada

 

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   No dia 8 deste mês chegou, à Netflix, a 2.ª temporada da série The Sinner, em 8 episódios. Já tinha dado a minha opinião a respeito da 1.ª temporada, como podem ler aqui. Uma vez mais, e desta vez por parte de um pré-adolescente, o jovem Elisha Henig, uma representação de qualidade e magnífica. Da trama continua a fazer parte o detetive, que agora se depara com fantasmas do passado, ao regressar à sua terra natal. 

 

 

A primeira temporada, focada na trajetória da personagem Cora, intrigava o espetador através de desenvolvimentos mirabolantes que alteravam completamente a interpretação sobre o caso em questão. Meros detalhes acabavam questionando os motivos por trás das ações da personagem, e a estrutura não-linear da trama conseguia preencher as lacunas da história de maneira envolvente, sempre mantendo o andamento da investigação de uma forma acessível para que o público pudesse solucionar o mistério no mesmo ritmo do detetive Harry Ambrose (interpretado por Bill Pullman).

Este novo ano acaba comprovando ainda mais a eficiência da primeira temporada, no que diz respeito à construção de seus personagens e da exposição de seus temas, sempre voltados para a moralidade e os impulsos do ser humano. Embora a protagonista da história fosse Cora, com sua trajetória envolvendo uma forte pressão religiosa, o título da série (O Pecador) também poderia ser perfeitamente atribuído à Ambrose, e suas compulsões. O detetive assume o protagonismo inquestionável desta segunda temporada, e retoma o arco de redenção (ou resigno) que o personagem deixou em aberto no fim do primeiro ano.

 

FonteThe Sinner | Crítica 2.ª temporada

em https://observatoriodocinema.bol.uol.com.br/criticas/criticas-de-series/2018/11/the-sinner-critica-2a-temporada, 

acedido em 10/11/18, às 14h45min

 

   Uma vez mais, um crime que nos parece quase hediondo, praticado por um jovem adolescente, mas que afinal tem uma justificação no domínio psicológico. Seitas, rituais parentalidade desajustada e obsessão fazem parte do drama repleto de mistério até ao último segundo. 

   Como aspeto negativo, a não mudança de luz ou outro recurso nas incursões pelo passado dos personagens leva-nos a confundi-lo com o presente. 

 

Veja o trailer.

 

 

 

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