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[in]Sensato

Momentos de reflexão, opinião, crítica e entretenimento

23
Jul19

Quentes, Frios ou os Escolhidos?

por P. P.

 

Blogs Quentes

Uma realidade além dos números

 

É estranho, embora provável, numa "comunidade" tão inusitada quanto a do Sapo, na qual os comentários de alguns são censurados por uma equipa, que o artigo Incêndios, Governo e Alterações Climáticas com um total de 26 interações não conste do Quentes. No blogue, O Informador, o Ricardo já tinha lançado algumas ideias a este respeito, como pode ler aqui.

[Atualização: por lapso, e como comentou a Blá, Blá, Blá, os comentários de ontem foram 20. Como, no fim da noite, li no tablet, aqueles aos quais só hoje respondi, não me apercebi da existência de comentários datados do dia de hoje. Todavia, esta publicação não será apagada, dada a existência de outros conteúdos relevantes. De salientar, e por isso a imagem não está nítida, nada tenho contra qualquer um dos blogues posicionados nos 10 lugares. Aliás, como sabem, entre outros, adoro o do HD e o do Robinson. Embora os Quentes sejam gerados automáticamente, as minhas desculpas]

 

Anotação 2019-07-23 110410.jpg

 

Só há pouco respondi, no artigo, a 3 comentários. Ora, 26-3=23, no sistema de numeração de base 10.

De facto, pode ter ocorrido algum erro de ordem técnica, o que entendo [e que, por sinal foi meu!]. Todavia, como estou tão habituado à não publicação de comentários, falta de resposta às minhas comunicações e idolatração de alguns bloguistas, independentemente da qualidade, por parte da equipa Sapo Blogs, fico em dúvida. Aliás, nos últimos anos, a resposta mais rápida que recebi da equipa  em questão, que ignoram quase todos os meus e-mails foi "como importar as imagens deste blogue, por forma a passá-lo para outra plataforma".

Anotação 2019-07-23 111833.email

Na publicação "Qual é a Melhor Forma de Moderar Comentários num Blogue?", um dos meus comentários até então censurados, prende-se com uma observação feita a um dos bloguistas favoritos. No blogue dele, a Miluem, do espaço As Coisas que eu Gosto! E as Outras...  comentou, de forma educada, um artigo. Recebeu uma resposta, por parte de uma comentadora mal-educada, à qual respondi, como passo a apresentar. Os blogues não são espaços de agredir os leitores de forma gratuita, sem qualquer interação do "dono" do blogue, a troco de um número de comentários maior. Antes da minha resposta, a agressão verbal de alguém à Miluem.

Anotação 2019-07-23 114239. A educação deve ser exigida

 

 

Assim se promove a evolução de uma plataforma e portal que deveriam levar a nossa língua mais longe, promovendo a qualidade.

Será que este e-mail vai ter resposta?

Anotação 2019-07-23 113253.mail

Qual é a vossa opinião a respeito da manutenção de posts, como o de agressão verbal à Miluem, nos blogues?

E o diferenciamento entre bloguistas?

22
Jul19

Incêndios, Governo e Alterações Climáticas

por P. P.

IMG_0055 do meu arquivo pessoal

 

Vivo numa região que foi fortemente atacada pelos incêndios de outubro de 2017. Com os alunos de um 4.º ano, da minha Escola, desenvolvemos um projeto de Reflorestação para a Missão UP da Fundação Galp. Posicionados nos 5 primeiros lugares, a nível nacional, razão pela qual pudemos visitar o CEIIA, constatei, por parte do júri, o total desconhecimento para com a realidade dos incêndios florestais, para não falar na ausência de sensibilidade. Portugal não tem somente um lado citadino e de classes cujo trabalho se desenvolve exclusivamente entre paredes. A floresta é impreterível à saúde do nosso planeta, a nossa casa. Será necessária uma aula de Ciências Naturais 5 ou 6 para que os Senhores Doutores compreendam esta importância?

 

As alterações climáticas são uma realidade. Todavia, em meu entender, no nosso país, não justificam de forma cabal os crimes dos incêndios florestais. Crimes! Um deles, o de sucessivos governos que têm padecido de alterações climáticas nas ações e análises. Uma teia de interesses que visa destruir a nossa floresta, autóctone ou não. Quiça o nosso país...

 

Após o conhecimento que todos nós, cidadão comuns, tivemos acerca do ocorrido em Pedrogão Grande, na minha zona... Não, não posso admitir que ainda se aborde esta temática a qual alimenta telejornais, e comcomitantes audiências; entre outras fontes sedentas da desgraça dos outros. Quase sempre,  as nossas forças de intervenção detetam alguns dos responsáveis, como pode ler aqui , mas e depois? Regra geral, dizem, incendiários são loucos . O cerne das fontes criminosas ficam por apurar (tal é a teia!).

Marques Mendes disse "Parece que nada mudou" e pouco mais acrescentou. Deixemos o nosso saudosismo, inércia e pacifismo, que tão bem caracterizam o nosso povo. Urge agir! Em nome da "nossa casa".

O que se tem feito em termos de ordenamento do território, sensibilização e reflorestação com espécies autóctones? Pouco ou nada. Na minha região, o nada é evidente. Os eucaliptos quase logo renasceram, avassalando terrenos que deveriam alimentar outras espécies. Até às Escolas chegam poucos estímulos capazes de implementar trabalho de campo, experimental e de projeto, neste âmbito. Na verdade, estes são manifestamente insuficientes.

O que se tem feito no intuito de combater a criminalidade que todo este tema encerra, ao seu redor?

Na poesia alguma verdade, como pode ouvir aqui

 

19
Jul19

A 3.ª parte de A Casa de Papel

por P. P.

 

Hoje, na NETFLIX foram lançados os 8 episódios da terceira parte de A Casa de Papel. O resumo que antecede o 1.º episódio, desta nova temporada, permite-nos “tomar o fio à meada”.

Casa de Papel 3

 

Cenários luxuosos e alguma ação fazem-nos recordar alguns filmes de 007. Entretanto, aos poucos, as novas personagens são dadas a conhecer. Desta vez, com o nome da nossa capital, Lisboa é aquela que, por seguir o coração, passou do lado da justiça para o da equipa de O Professor. Ela é a antiga agente de investigação policial, nas sessões anteriores. Entre outros, passaremos a conhecer o cérebro que esteve na génese do 1.º assalto praticado, entre outros. Ou seja, Palermo (Rodrigo de la Serna), Marsella (Luka Peroš), Bogotá (Hovik Keuchkerian), Alicia Sierra (Najwa Nimri) e Tamayo (Fernando Cayo) são os reforços desta nova etapa.

Esta temporada é mais do que um assalto. As personagens sofrem uma evolução e o espírito de grupo é um lema. Rio foi preso e a equipa começa por reunir-se no intuito de libertá-lo. No que ao assalto diz respeito, esse terá que ser grandioso. A resistência não admite que interfiram com os seus...

 

Quais são as suas expetativas para com esta nova temporada de La Casa de Papel?

14
Jul19

O documentário I Love You, Now Die

por P. P.

I Love You Now Die

 

O documentário I Love You, Now Die, da HBO, já se encontra totalmente disponível na respetiva plataforma, em 2 episódios, o último destes lançado nesta semana.

A adolescência, o mundo virtual, os antidepressivos, as doenças (ou perturbações) mentais, o homicídio e o suicídio são variáveis abordadas nesta obra, que se debruça num caso verídico americano, de forma imparcial, ao contrário do que sucedeu com o do caso Madeleine MacCann, da Netflix.

Conrad (18 anos) foi encorajado a matar-se pela namorada (?) Michelle (na altura, com 17 anos). Ambos marcados por infância e adolescência marcantes e dolentes. Michelle, sem amigos no liceu, com prováveis perturbações de personalidade, levou a que o "namorado", com acentuadas tendências homicidas, voltasse ao local onde pretendia terminar com a vida, conseguindo-o.

 

Terá sido o ato de Michelle intencional, por forma a ser falada pelas colegas e a assumir o papel de viúva, à semelhança do que acontecera na sua série preferida, Glee? Ou, será que procurou ajudar Conrad a chegar ao fim do ato, por forma a que este encontrasse "paz"? Michelle é uma criminosa, uma doente ou ambas? Terá a medicação influenciado os seus atos? O desenvolvimento do córtex cerebral destes adolescentes ter-se-ia processado por completo? Estas e outras questões levantam-se, durante o documentário. É ainda evidente a "negligência" dos pais  e todo um sistema perante sinais de doença mental ou comportamentos suicidas dos filhos. Pode ler ainda mais a respeito deste documentário aqui , cujo trailer partilho nestas duas hiperligações.

 

Na sua opinião, qual é a melhor forma de ajudar um adolescente ou jovem adulto, numa rede social, desconhecido e com tendência homicida, a não praticar o suicídio?

12
Jul19

A série Trust Me da BBC na HBO

por P. P.

Trust me é uma série dramática-médica, em 2 temporadas de 4 episódios cada, disponibilizada na HBO Portugal, produzida pela BBC.

Com a qualidade a que a BBC nos habituou, as histórias das duas temporadas são diferentes, mas com denominadores comuns: o ambiente nos hospitais, o relacionamento entre profissionais da saúde, a mentira e as causas dos erros médicos. Uma série muito recomendada, dadas as componentes humana e de mistério.

Na 1.ª temporada deparamo-nos com uma enfermeira que, ao denunciar algumas práticas médicas dúbias, no serviço de urgências, acaba por ser despedida. Numa tentativa de sobrevivência, decide apoderar-se dos dados da melhor amiga, tais como o nome, profissão (médica) e currículo. O seu desempenho como médica é excelente, mas as práticas clínicas de grande parte dos colegas e as urgências, num espírito defensor da “verdade” pode não surtir o efeito desejado…

Trust Me - S1

 

Com esta temporada, podemos melhor compreender a realidade dos nossos médicos, do serviço de saúde, as causas de eventuais erros médicos, … Veja o trailer.

 

Já o início da 2.ª temporada decorre num cenário de guerra. Os traumas dos ex-combatentes, as causas do número crescente de mortes num hospital, a perspetiva do sistema de saúde perante aqueles que apresentem doença mental – depressão, ansiedade … - e as amizades perigosas, entre as chefias, são evidenciados durante os 4 episódios, repletos de mistério.

Trust Me - S2

A empatia de uma jovem médica junto dos doentes e enfermeiros, com sinais de depressão, gera algum desconforto por parte de alguns dos seus pares. Quando ela descobre, com a ajuda do ex-combatente, um padrão comum nas mortes ocorridas na urgência do hospital, a sua vida corre perigo, assim como a do ex-combatente, entretanto paraplégico. A não perder, como pode ver no trailer.

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