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[in]Sensato

Momentos de reflexão, opinião, crítica e entretenimento

21
Ago18

Por Aqui

por P. P.


 Fotografias by P.P.

 

 

Vive-se em harmonia com a Natureza.

 

9.º lugar nos Quentes.

 

16
Ago18

60 anos de Madonna em música

por P. P.

 

Madonna split

 

 

   A deusa da POP, infelizmente, não escapou ao tempo. Porém, para nosso jubilo, mantém-se viva e recomenda-se, o que já não acontece com o deus deste estilo musical.

Ainda recordo quando cada novo êxito da artista fazia-me vibrar. E a todos os vidros existentes por casa.

Sempre provocante, à frente dos tempos e sem preconceitos. Para não frisar os tão conhecidos Live to Tell ou Like a Virgin, destaco Open your Heart, cujo videoclipe foi dirigido por Jean-Baptiste Mondino.

 

 

Ainda na senda dos temas menos conhecidos e que tanto tocaram a minha alma, um videoclipe pouco divulgado e cujo original é difícil encontrar, com algumas batidas "idênticas" a La Isla Bonita, Spanish Eyes.

 

 

 Para quem sabe o que são os conflitos com a imagem paternal, e com a direção de David Flinch, Oh FatherÉ também o momento de recordar o velhinho Papa Don't Preach.

 

 

 

   Na idade de questionar a religião, e uma vez que os santos são construídos à imagem de uma figura humana, nada como Like a Prayer. Naqueles tempos, o meu padrinho tinha pedido a um escultor que fizesse uma santa para a capela da quinta. A obra inicial foi rejeitada, uma vez que o rosto da santa era... o da esposa do artista. Pode um "santo" adquirir vida, no desejo de uma oração? É pecado, dizem. Até o Padre devorava algumas senhoras de bem, tão bem casadas.

Dura adolescência!

 

 

Dando um salto no meu percurso, já no ensino superior as memórias de um passado perdido, This Used to be my Playgroud.

 

 

Tempos da lágrima dolente, que queima enquanto esboça o seu percurso, no rosto de quem o perdeu. You'll See!

 

Só a chuva é capaz de lavar uma alma que sofre em silêncio, sem poder libertar-se das amarras de uma sociedade dúbia. Tempos de Rain. E no desejo, Justify my Love

As minhas noites, longe de...

 

 

 

Primeiro ano de serviço, primeiras perdas familiares.

A irreverência do "não". Afinal, trata-se de Frozen

 

 

Dos seus mais belos temas e pouco conhecido, à semelhança do meu coração de então e dos sentires que se seguiram, Gone.

 

 A verdade não deve advir neste meu/teu Substitute for Love.

 

 

Se há um "sonho americano" conheçamos American Life.

 

 

Esta lista podia continuar. Infelizmente, muitos dos tele-discos aqui deixados desaparecerão, dadas as diretrizes do YouTube, muitas das quais nunca entendi.

Happy B Day, Madonna.

Para refletirmos no nosso quotidiano,  Ray of Life.

 

 

É tempo de pensar no amor...

 

A ler Madonna at 60: A colourful career in pictures

 

FB_IMG_15345029484064109.jpg

 

 

16
Ago18

Aretha Franklin (1942-2018)

por P. P.

Aretha Franklin

 

 

Aretha Franklin possuía uma das vozes mais distintas e influentes na história da música "popular".

Numa carreira de 50 anos, acumulou 20 álbuns Top 10, 12 milhões de vendas de singles e ganhou 18 prémios Grammy.

Um artista de imensa versatilidade, com uma voz poderosa, treinada nas igrejas de Gospel, mudou-se para abraçar o jazz, soul e rhythm and blues. A revista Rolling Stone classifica-a como a melhor cantora de todos os tempos.

 

RIP

 

Por forma a demonstrar a sua versatilidade, um dueto com outra estrela que já partiu.

 

 

15
Ago18

Série - La Casa de las Flores

por P. P.

No mundo das aparências...

 

 

La casa de las flores

 

   Procura uma comédia bem-disposta, sem preconceitos, leve e em 13 episódios?

A solução pode estar na Netflix, com a sua nova produção mexicana La Casa de las Flores. Lançada no passado dia 10, uma sugestão para o seu fim de semana.

   Recomendada para maiores de 13 anos, tudo começa quando, na Casa das Flores, durante um evento, suicida-se a dona da outra Casa das Flores... Esperem, do enredo principal poucos tinham conhecimento da existência das duas Casas, uma dedicada às flores e forma de representar a família perfeita e a outra, um clube de travestis que, para tanto moralismo, há muito era o sustento dos luxos da aparente família perfeita.

 

   E como a perfeição não existe, esta máxima vai-se acentuando no deambular dos vários episódios. Passemos a alguns dos ingredientes.

O pai, personagem honrada, tinha afinal, uma vida/família paralela. A esposa, ferida no seu orgulho, decide vingar-se levando-o à prisão, sem noção das consequências para a "família perfeita". Um filho que não sabe se é homossexual ou bissexual, mas que não sabe, inclusive trabalhar nem amar quem o ama. Este último, o seu maior defeito. Uma filha que veio da América, no intuito de anunciar o noivado e sentiu-se atraída pelo irmão da "enforcada", narradora da história. Mas há a outra filha, bem mais assertiva e com os pés "assentes na terra", não fosse a mais parecida com o pai, ao nível das atitudes, postura, .... Só que, afinal, é filha de outro e não de quem sempre pensou. O quê? A matriarca da família foi a primeira a trair? Como se não bastasse, ao descobrir a identidade do seu pai, que sem saber, sempre fez parte da sua infância e adolescência, eis que o ex-marido é obrigado a regressar de Madrid. Marido ou "Marida"? É que agora este chama-se Maria José Neste celeuma, um filho adolescente e uma menina, fruto da relação do matriarca com a "enforcada". Uma menina com o talento da verdadeira matriarca para o arranjo de flores e... para confundir o ato sexual com uma forma de cantar. Ah, já esquecia a vizinha coscuvilheira e maledicente que perante um striper descobrirá novos horizontes (ou devo escrever, "outros voos").

 

   Uma série que, apesar do humor permite-nos refletir nos nossos preconceitos para com os outros, na vida de aparências, no amor não correspondido e no valor efémero do dinheiro. Não perca o trailer e a música dos anos 70, de Bacarra, que lhe está associada. Afinal, eu posso dançar...

 

 

 

 

 

 

Fonte da imagem de capa, aqui

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