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[In]sensato

O (in)correto deambula entre nós

[In]sensato

O (in)correto deambula entre nós

Do meu combate às olheiras castanhas

   Durante anos, utilizei produtos para "corrigir" as minhas olheiras. Em estágio, cedo aprendi, com um Professor Doutor vindo da América que não nos devíamos apresentar, junto aos alunos, com "tal carimbo", dado transmitir a ideia de "noitadas" e "borgas"; o que não era o meu caso.

   Na sua maioria, recorri a descongestionantes e/ou antirrugas. Independentemente do preço, praticamente nenhum resultou a não ser um da Sesderma de Vit. C. Até então, desconhecia a existência de olheiras castanhas e azuladas. Só assim, consegui chegar ao tratamento que está a resultar.

 

Pela manhã, com protetor solar

 

Clearly Corretive Dark Circle Perfector SPF 30

 

À noite, um despigmentante, com um aplicador metálico frio

 

Da Roche Possay

 

   Conservo ambos os produtos no frigorífico. No caso deste último, aplico o creme com a ponta de um dedo e só depois de absorvido, passo a tampa metálica.

 

E vocês, quais são os vossos cuidados com o contorno dos olhos?

 

 

Estas descobertas tiveram o precioso contributo, no diagnóstico e sugestão, não das marcas, do Triptofano e do blog The Skin Game.

 

 

Do Dia da Criança - uma reflexão

   Apesar de ser a favor da comemoração do Dia da Criança, não tenho a mesma postura para com a forma como é celebrado por muitos pais e filhos. É importante consciencializar para as assimetrias sociais

Só no ano passado apercebi-me que, ao contactar com um público mais jovem, ao invés de brincar, conversar, ... muitos pais optam por oferecer prendas, como se de uma aniversário se tratasse. 

Atualmente, poucas são as turmas das quais não constam alunos com problemas económicos. Talvez em maior número, no seio de conflitos familiares, meninos que se sujeitam a pais que tentam comprar, de forma materialista, o amor das suas crias.

Entretanto, uma imagem que merece a nossa reflexão.

 

dia da criança.jpg

 

A utópica reflorestação do país

 

 

 

 

 

20180601_StaCDão by PP

 

   Quero acreditar que na memória dos portugueses ainda está presente os acontecimentos em Pedrogão Grande e em grande parte da região Centro do país, no infernal outubro de 2017. De forma assustadora, os incêndios devastaram ecossistemas, vidas, bens materiais e da naturais. Falou-se em ordenamento do território, em espécies autóctones, ... Os métodos preventivos são sempre os melhores.

   O que se constata, por exemplo, na região de Santa Comba Dão, entre tantas outras?

 


   A par dos fetos, os eucaliptos propagam-se. Os primeiros, fazem parte de uma sucessão ecológica. Os segundos, sem lei nem apoios, sitiam-nos para, quem sabe, voltarmos a reviver, de novo, o pesadelo  dos incêndios.

O que é feito dos castanheiros, cerejeiras, e outras espécies? É necessário ter presente novo atentado podemos ser dizimados...

 

   Algo que não fotografei para esta publicação, mas que posso fazê-lo, caso pretendam, prende-se com as bermas das estradas não limpas. Ao cidadão trivial são aplicadas coimas por situações de diferente ordem. Pelo contrário, o Estado não cuida do que é seu.

 

   Nas fotografias que se seguem pode verificar a disseminação dos eucaliptos,  sem intervenção humana. Verifique-se ainda ao renascer de novos ramos saudáveis nas árvores outrora afetadas. Atenda ainda que, no que diz respeito ao pinheiro bravo, por exemplo, não se constatam quaisquer réplicas, apesar de também esta não ser a árvore ideal para a nossa floresta, ainda que com menor grau combustível.

 

20180601_135510 by PP

 

20180601_135456 by PP

 

20180601_135527 by PP

 

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