O cara que pensa em você toda hora Que conta os segundos se você demora Que está todo o tempo querendo te ver Porque já não sabe ficar sem você
E no meio da noite te chama Pra dizer que te ama Esse cara sou eu
O cara que pega você pelo braço Esbarra em quem for que interrompa seus passos Está do seu lado pro que der e vier O herói esperado por toda mulher
Por você ele encara o perigo Seu melhor amigo Esse cara sou eu
O cara que ama você do seu jeito Que depois do amor você se deita em seu peito Te acaricia os cabelos, te fala de amor Te fala outras coisas, te causa calor
De manhã você acorda feliz Num sorriso que diz Esse cara sou eu Esse cara sou eu
Eu sou o cara certo pra você Que te faz feliz e que te adora Que enxuga seu pranto quando você chora Esse cara sou eu Esse cara sou eu
O cara que sempre te espera sorrindo Que abre a porta do carro quando você vem vindo Te beija na boca, te abraça feliz Apaixonado te olha e te diz Que sentiu sua falta e reclama Ele te ama Esse cara sou eu
Esse cara sou eu Esse cara sou eu Esse cara sou eu Esse cara sou eu
Ao longo do filme, somos convidados a conhecer a história de amor vivida entre o escritor Timothy Conigrave e o atleta John Caleo. Um romance com idas e voltas, preconceito e superação, até a SIDA (AIDS) imprimir marcas bem dramáticas e definitivas no relacionamento. Em alguns aspetos, o filme pode comparar-se com Filadélfia.
A intensidade e veracidade impostas pelos seus protagonistas, Ryan Corr e Craig Stott, são as principais valias desta obra cinematográfica. Considero que domínios menos abordados ou explorados neste filme dariam uma excelente série, com o dramatismo e veracidade de 13 Reasons Why.
Podem existir perfis mais suscetíveis às dependências. Traços de personalidade hereditários, a influência do meio ou até mesmo processos bioquímicos, intrinsecos a cada um de nós, podem explicar reações comportamentais ou até mesmo comportamentos aditivos.
Conviver com a diferença pode não ser fácil. Há quem opte pelo abandono, quem desdenhe, ...
Não seremos todos nós susceptíveis de "adquirir" este ou aquele comportamento aditivo, em função das vicissitudes internas ou externas? O que nos leva a rotular quem precisa da nossa ajuda? O que nos leva a humilhar quem apresenta recaídas?
Hoje, apresento-vos o caso de um ator Brasileiro, que tanto sucesso fez e cuja beleza não me parece questionável. Trata-se de Fábio Assunção. Para muitos, é mais fácil compreender o geral, atendendo às situações vividas por figuras públicas. O sucesso e o dinheiro não evitaram que este entrasse em processos de dependências químicas. O lado mais díficil prende-se com a recusa em procurar ajuda. Porém fê-lo.
É sabido que, perante a generalidade dos comportamentos aditivos existe a probabilidade da ocorrerência de recaídas. E isto aconteceu com este ator, como pode ler aqui. Desta situação, destaco a humilhação e incentivo à violência por parte daqueles que um dia o veneraram, elogiaram, pediram fotos, autógrafos,... Assim, qual é a capacidade de autorreflexão por parte daqueles que rotulam e incintam à queda? Qual é a dimensão da componente humana?
Dando continuidade à publicação anterior, a respeito dos acessórios Trendhim, chegou a altura de falar-vos de relógios e mochilas.
Orelógio é fundamental no outfit de um homem, e é o mais clásico e intemporal. Dependendo da ocasião, usamos um mais clásico ou mais informal. Sendo os de couro e de metal mais clásicos e os de plástico e cores mais informais. É importante que o relógio tenha boa qualidade pois é um acessório para usar diariamente. Uma cor como o preto ou castanho também uma boa opção pois combina com tudo. Eis algumas sugestões:
É chegado o momento de apresentar-vos o meu favorito. Uma mochila de couro.
A decisão não foi fácil! Acabei por optar por um modelo perfeito para o trabalho, com mil compartimentos para computador, telemóvel, livros ... Mas certamente o que mais me chamou a atenção e uma das razões pelas quais eu a escolhi, é a sua dupla funcionalidade, pois pode usar a tiracolo ou como mochila.
Ser elegante e manter um look sofisticado é fácil de conseguir e não pesa na carteira. Pode encontrar mais inspiração em Trendhim.
Neste artigo, apresento a minha opinião acerca da série Sense8, transmitida na Netflix, em duas temporadas, prevendo-se um episódio de 2 h, por forma a satisfazer os anseios dos fãs.
Sense8foi criada pelos irmãos Wachowski, The Matrix, e por J. Michael Straczynski, Babylon 5. De início tive dificuldade em compreender a narrativa e a definição da história. Ela desafia e explora vários conceitos e realidades em simultâneo, deixando vários pontos de interrogação a pairar durante toda a 1.ª temporada. Os primeiros episódios são lentos e a trama demora a organizar-se. Esta segue a história de oito indivíduos de oito cidades diferentes, Chicago, São Francisco, Londres, Cidade do México, Seoul, Berlim, Nairobi e Mumbai, enquanto estes descobrem que estão ligados intrinsecamente uns aos outros pelos seus sentidos.
Considero que esta série valoriza a amizade, a igualdade, o espírito de grupo e a tolerância sexual, social e religiosa. Nela é inegável a qualidade técnica atrativa e as personagens com dramas humanos bastante reais e identificáveis. Em alguns aspetos, a história tem uma dimensão de ficção científica, mas é no erotismo, ação, drama e algum suspense que consegue o seu exponencial. Algumas razões para ver esta série são a ousadia e a diferença, perfil dos personagens, apresentação de diferentes realidades (LGBT, culturais, sociais, religiosas, sexuais,...) e a banda sonora. Destaco,
Do mistério envolvendo os sensitivos, a série começou a dar lugar ao desenvolvimento da vida dos protagonistas, deixando de lado a componente inicial. Assim se desenvolveu a 1.ª temporada enfatizando as orgias, os encontros sensoriais e as cenas de ação. A primeira metade da segunda temporada concentrou-se em estabelecer as descobertas dos sensitivos a respeito da organização secreta que os persegue, entre muitos flashes que informam ao público a derradeira verdade sobre as capacidades dos protagonistas. O mistério cessou, ainda que esta tenha sido a minha preferida.
Alguns dos personagens passam quase toda a temporada em função do mistério e outros não. As narrativas mais interessantes acabam sendo a de Lito, Miguel Ángel Silvestre, que decorre quase toda por fora da trama central e a de Nomi, Jamie Clayton, a única personagem que consegue unir perfeitamente seu envolvimento com o mistério e com a própria vida pessoal. Não por coincidência, esses dois personagens são ligados às causas LGBT.
Sense8tem muitos aspetos positivos e a sua existência é importante sobretudo para as causas das minorias. O "dar explicações", evidente na 2.ª temporada, ao invés do "como" ou saber o porquê é uma crítica apontada por muitos. Contudo, como já referi, esta temporada foi a minha preferida.