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[in]Sensato

Momentos de reflexão, opinião, crítica e entretenimento

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Um livro para adolescentes - O Coração de Simon Contra o Mundo

Julho 16, 2017

P. P.

   Em maio debrucei-me na leitura de O Coração de Simon Contra o Mundo, de Becky Albertalli, adequirido na Wook. Esta é uma obra traduzida do original de 2015.

 

   De suma importância para pais, educadores, jovens e menos jovens, este livro leva-nos ao atual universo dos nossos adolescentes, suas paixões, problemas e sexualidade. Nesta caso, Simon é um jovem homossexual não assumido que se corresponde com outro, da mesma escola, ambos recorrendo a nomes de código. Não se conhecem, mas certamente todos os dias se cruzam. A relação decorre entre vários correios eletrónicos, com belas palavras, até ao dia em que Simon, por lapso, se esquece da sessão de correio eletrónica em aberto, no computador da biblioteca da escola. Alguém terá acesso a algumas palavras de amor e irá divulga-las no Tumblr...

 

   A leitura desta história permite-nos deduzir que é escrita por uma psicóloga com vasta experiência neste tipo de problemas e população alvo. O leitor, ao longo da obra, envolvido nas vivências de Simon, torce para que tudo acabe bem, com um casal formado e um futuro promissor. Mas que estará do outro lado do monitor? Surpreenda-se.

 

Do meu arquivo pessoal:

 

 

O coração de Simon contra o mundo by PP

 

Rodrigo Serrão - Bach Minuet in G on Chapman Stick

Julho 11, 2017

P. P.

   Adoro Rodrigo Serrão. A sua música tem o dom de tranquilizar-me.

O seu CD, Stick to the Music,  está à venda nas lojas FNAC  ou no site pessoal e a versão digital na ItunesAmazon e Spotify.

 

Rodrigo Serrão.JPG

 

A seguir no Spotify ou YouTube.

 

Escutem o novo êxito e deixem o vosso parecer.

 

 

 

 

O preconceito e a depressão

Julho 10, 2017

P. P.

   Confesso que não mais tinha-me ocorrido escrever acerca da depressão. Esta é uma perturbação mencionada na DSM V e nas que a antecederam. Muitas vezes a referi e revelei os seus estados ao longo de publicações no Sonhos Desencontrados.

 

Aquele Dia by PP com Samsung S7 Edge

 

 

 

   Se de início não soube reagir à morte do meu pai, com cancro terminal, dando lugar a esta perturbação com burnout associado, do meu contexto faziam e fazem parte a mãe, doente oncológica e a avó, em estado quase terminal da Doença de Alzheimer. A escrever e a errar, entendi que nos caminhos de Alice no País das Maravilhas, tinha de encontrar um caminho. Aceitei que muitas vezes me perco, dado fazer parte de mim, por um lado, dada a herança genética e por outro, devido a acontecimentos na infância e adolescência. Aceitei ainda, embora nem sempre seja fácil que, por vezes, apresento períodos algo sombrios, seguidos dos "iluminados". Sou assim, não posso nem devo ser parasita de outros e tenho que saber viver com as minhas deficiências. Sim, todos somos portadores de deficiências. Não se considerem a última bolacha do pacote. Pelo exposto, e ao trabalhar com crianças portadoras de autismo associado à deficiência mental, dos 5 aos 14 anos, seguindo-se o 1.º CEB, senti uma luz há muito perdida. Depressão deixou de fazer parte do meu quotidiano. 

 

   Refira-se que, neste ano, o Dia da Saúde, a 7 de abril, por indicação da OMS, teve como lema Depressão Vamos Falar. Tal é o crescimento do número de portadores da doença... e elementos preconceituosos em relação à perturbação mencionada. Com que direito? Com que abordagem científica? 

 

   Aqui não vou escrever acerca da sintomatologia, causas, tratamento, prevenção, etc desta doença, nem vou continuar a despir-me perante vós. Queria eu ser a última bolacha do pacote, mas não o sou! Muitos documentos estão disponíveis  no portal SNS e explicações, acessíveis a todos, encontram-se na Oficina da Psicologia. Basta clicar nas hiperligações. Ambos os portais devem ser consultados, dada a informação cabal.

 

   Bem, afinal terei que me despir um pouco mais... Não se preocupem. Evitarei mostrar as gorduras localizadas e outros elementos que não me permitem enquadrar nos grupos dos bonzões ou dos bonitões

A minha madrugada do dia 9 foi má. Acordei com sentimentos depressivos. Isto tem vindo a ocorrer há algum tempo. Aquele apetite excessivo e descontextualizado, os pesadelos, a autocondenação por não ter resistido à gula... Porém, é importante saber que estes estados ou quando nos sentimos deprimidos, tal não significa depressão. Pode sim tratar-se de  estados "conducentes a". 

No dia 10, numa conversa pelo Whatsapp, com alguém que tenho vindo a travar conhecimento, desenvolveu-se o seguinte diálogo.

 

Conversa com R no whatsapp - arquivo pessoal

 

Uma vez que a visualização da imagem não é a ideal, destaco as ideias principais, com correção ortográfica.

 

 

-  Depressão é um conceito que eu não entendo! 

Expliquei, de forma bem simples, em que consiste.

Surgiu a resposta:

- Eu chamo a isso falta de ocupação ou em que pensar.
Não compreendo esse estado de estar. Eu acho que o estado de cada um é vontade própria.
Um "depressivo" quer estar assim... condeno!

Novamente tentei reforçar a minha explicação anterior, alertando para a importância da projeção para compreendermos os outros.

- O que eu vejo num depressivo ou é falta de ocupação, ou falta de juízo!

Respondi "lamento", ao que, após leitura da minha resposta, fui bloqueado.

 

   Não houve tentativa em compreender, capacidade de projeção e o terminus da conversa foi de todo infantil: o bloqueio.

Confesso ter ficado chocado com os argumentos infundamentados de alguém ainda novo, na casa dos trinta, e a não tentativa em aprender/abrir horizontes. Esta postura assume um lado aberrante pois, perante uma pessoa mais sensível, como já fui no passado, doente ou bem mais doente (sobretudo estas!), o agravamento do seu estado fazer-se-ia sentir de imediato. Sem consequências. Afinal, o caminho mais fácil é abandonar ou bloquear.

Não é por acaso que 13 Reasons Why é um livro e série para educadores, pais e filhos. A este respeito escreverei futuramente.

 

Estilo Masculino - O meu colar Multi da Trendhim

Julho 10, 2017

P. P.

   Fascinado pelo colar da Trendhim que vos dei a conhecer na publicação Os acessórios no Universo Masculino, decidi adquirir um que vai ao encontro da minha maneira de ser, repleta de antíteses. O colar em pele Multi. A compra e o pagamento foram muito fáceis, não exigindo registo. A compra chegou no tempo estipulado, em função do meu método de pagamento.

 

Como é o colar em pele Multi?

 

Este colar é uma fusão impressionante de couro e metal com detalhes únicos e atraentes. Os acessórios incluem uma cruz de bronze, uma cavilha de prata, um fio enrolado e detalhes em pele preta e castanha.

O cordão é feito de pele robusta, de cor castanha, para um visual tribal e o comprimento é ajustável. Tem um fecho de metal.

 

Transcrição constante na loja Trendhim

 

  A embalagem dos acessórios é fantástica, em bolsas de cor bege crú. Darei a conhece-las noutra publicação. Relativamente ao colar, além da qualidade, adapta-se a difentes estilos, do formal ao informal.

 

   Nas fotos seguintes, apresento esta minha aquisição, em fotos pessoais com o Samsung 7 Edge, para que possam dar a vossa opinião. 

 

 

Ah, quanto à barba por fazer (ups!), dado o meu tipo de pele, não a faço ao fim de semana ou sempre que estou em casa.

 

O meu colar Trendhim by PP

O meu colar Trendhim by PP

 

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Ainda que procure uma utilização cautelosa e não abusiva de textos, imagens e sonoridades, poderá haver lugar à utilização indevida de obras objeto de direitos de autor. Contudo, apesar do recurso às hiperligações de origem, sempre que a legislação o implique ou seja devidamente informado, de imediato procederei a reajustes. Os textos e fotografias sem referência bibliográfica são da minha autoria.

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