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[In]sensato

O (in)correto deambula entre nós

[In]sensato

O (in)correto deambula entre nós

Este é o planeta Terra, o nosso, com recursos naturais não renováveis

 

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   Os recursos naturais são, em grande parte não renováveis. Há que utilizá-los com peso e medida, procurando medidas alternativas. Mas este não é um comportamento imposto aos Portugueses, ou que faça parte dos seus hábitos, e muito menos implementado pelos diferentes Governos que têm passado por este país, cada ano mais triste.

 

   O Ambiente é encarado de forma irresponsável, eterno e algo etéreo. Atenda-se, por exemplo, ao que se continua a verificar em Pedrogão Grande e na já esquecida região centro, afetada pelos incêndios de outubro de 2017. Neste momento, questiono-me a respeito da existência de muitos dos recursos ditos naturais renováveis. Assistimos ao desaparecimento de espécies, às pragas de outras em deterioramento de outras, grande parte da água do planeta, além de salgada, está poluída, não obstante o seu Ciclo... O vento e o Sol não são controláveis pelo homem.

 

   Portugal esgota hoje os recursos naturais renováveis de 2018, o que significa que vai começar a usar meios que só deveria utilizar a partir de 01 de janeiro de 2019, anunciou a associação ambientalista Zero.

 

   <<Se cada pessoa no planeta vivesse como uma pessoa média portuguesa, "a humanidade exigiria o equivalente a 2,19 planetas para sustentar as suas necessidades de recursos", o que implicaria que "a área produtiva disponível para regenerar recursos e absorver resíduos a nível mundial esgotar-se-ia neste dia 16 de junho".

"Portugal é, há já muitos anos, deficitário na sua capacidade para fornecer os recursos naturais necessários às atividades desenvolvidas (produção e consumo). A nossa pegada 'per capita' é de 3,69 hectares globais, mas a nossa biocapacidade é de 1,27 hectares globais, com base em dados revistos para toda a série histórica desde 1961", escreveu a Zero, num comunicado(...) O consumo de alimentos (32% da pegada global do país) e a mobilidade (18%) encontram-se entre as atividades humanas   diárias que mais contribuem para a pegada ecológica portuguesa e são "pontos críticos para intervenções de mitigação da pegada", segundo a Zero.>> Fonte - Sapo 24

 

   Recordo que,  na 2.ª metade dos anos 80  estudei, em biologia, de acordo com o professor de então, que as reais consequências do efeito de estufa fazer-se-iam sentir passados milhares de anos. Afinal,...

 

   Não será tempo de deixarmos de ignorar estas formas de alerta e passarmos a ser cidadãos ativos/responsáveis?

 

 

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