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[In]sensato

O (in)correto deambula entre nós...

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A segunda parte da série A Casa de Papel

 

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   A 3 de fevereiro deste ano, escrevi a minha opinião acerca dos episódios da 1.ª temporada de A Casa de Papel, como pode ler aqui. Recentemente, pela plataforma Netflix, chegaram-nos os últimos 9 episódios desta mesma temporada, com uma duração máxima aproximada de 50 minutos. Isto porque, tendo a série já sido transmitida em Espanha, pela Antena 3, a integração na plataforma de streaming exigiu novas dinâmicas, gravações e trabalho de edição. Como tal, mantém-se a incógnita referente a uma 2.ª temporada, até porque esta série tem um ano e já vimos alguns dos seus atores envolvidos em outros projetos da A3Series, canal da Antena 3 dedicado a seriados.  Sabe-se que alguns dos atores deste projeto participarão em outro, também para a Netflix

 

   Ao longos destes 9 episódios continuamos a acompanhar El Professor e os seus jogos mentais com a detetive Raquel Murillo. Isto para, com o grupo conseguir sair de lá com uma fortuna de 2,4 mil milhões de euros. Eis o trailer.

 

 

   A Casa de Papel teve a capacidade de jogar com a nossa identidade, humanizando as suas personagens, o que dificulta discernir os bons dos maus. Quantas vezes, não ficamos do lado dos assaltantes?

Sentimentos, ação, mortes e novos ingredientes apimentam a série. No final, a passagem de alguns dos "bons" para o lado dos "maus", num enredo muito bem construído. 

 

   Como se pode constatar, neste blogue muitas são as séries espanholas, europeias e da América Latina de que aqui falo. Acredito que o telespetador está saturado das "grandes" produções americanas, com personagens pouco densas e pouco humanizadas, incapazes de "interagir" com o público. Afinal, como explicar o sucesso de A Casa de Papel? Quantos não têm vindo a descobrir a qualidade das séries produzidas pelos nuestros hermanos?

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