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[In]sensato

O (in)correto deambula entre nós...

[In]sensato

O (in)correto deambula entre nós...

24.Set.17

Voar sem Enguiço

P. P.
Olhar o quê e procurar o porquê, para quê?Dos meus olhos brota a inércia de um ódio não consentido, sem ponta de viso.  Naqueles tempos, o amanhã perdeu o sentido. Hoje, os loucos controlam o mundo, desde o micro ao macrocosmos, com um nefasto riso.  Já eu, esse ser desprovido de razão, anseio um voo leve e sem sofrimento. Agora, aqui ou ali... Sem sinais, lágrimas ou enguiço.   
16.Set.17

Lamento à Incógnita

P. P.
      Quantas vezes o sofrimento é mensurável? A matemática da vida não permanece objetiva e o conjunto solução é tantas vezes vazio ou infinito.     Nos acordes das notas de sangue, em Dó maior, a dor da alma arrisca-se a anular as fragrâncias que aquela porta encerra, a par das memórias de uma vida, agora quase sem cor. De que adianta gritar, quando o mundo desvirtualiza o que é nosso? Assim, aos poucos se morre.Na espera.Na oração.Da esperança. Temporariamente (...)
02.Set.17

Um quadro, Aquele olhar

P. P.
    Um fim de tarde, em Espinho, perante uma majestosa tempestade que perante mim se formou.Um click para recordar as nuvens e o oceano, seguido de muitos outros, até que as lágrimas de um céu bandido, dotado de armas mortíferas insultou-me, impedindo-me de lá continuar.     A empresa
06.Ago.17

Leitura - De Negro Vestida

P. P.
   Este é o livro que a minha mãe, nos seus 66 anos, devorou num ápice. De João Paulo Videira, da Chiado Editora, um retrato de muitas mulheres da sua geração. A respeito desta obra, na contracapa da minha edição, José Cabeleira Gomes refere: (...) Este romance, ao dar voz à mulher, ajusta contas com o homem. Incapaz de distinguir o sexo do amor, incapaz de respeitar a mãe dos seus filhos. O homem cobridor!" ...    Atualização, em 25 de setembro de 2017 Para saber (...)