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[in]Sensato

Momentos de reflexão, opinião e entretenimento, no deambular entre pólos

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Momentos de reflexão, opinião e entretenimento, no deambular entre pólos

Calendário dos Afetos

 

Um documento muito interessante, extraído do Crianças a Torto e a Direitos

 

 

Calendario dos Afetos

 

Estas 30 "sugestões" são, na sua maioria, práticas diárias numa família funcional. Por vezes, o ritmo e estilo de vida levam-nos a esquecer algumas. Não nos rendamos a tal.

 

Para famílias disfuncionais, este passo a passo pode constituir um caminho. 

Que assim seja!

6 razões para não bater no seu filho

   No Psiconlinebrasil é possível aceder a uma imagem informativa que aponta 6 razões para não batermos nos nossos filhos.

Concorda?

Passemos a uma breve reflexão.

 

6 razões para não bater no seu filho

 

   Uma palmada pode trazer as consequências citadas na imagem? 

As crianças não têm a capacidade de distinguir o correto do incorreto, quando a uma palmada diz respeito, por parte de quem devem obedecer e respeitar?

 

   É certo que existem, estando devidamente plasmados,  Direitos e Deveres, estes últimos muitas vezes esquecidos, das Crianças. Parece-me que os traumas alimentados pela psicologia, no passado, trouxeram consequências a muitas das atuais gerações, facto reconhecido por muitos psicólogos. Nas nossas Escolas, a falta de respeito para com os pares e adultos é notória. O mesmo acontece por parte dos filhos para com a maioria dos pais. Mesmo assim, conheço escolas nas quais é proibido, ao corpo docente, levantar a voz, mesmo que o docente ou auxiliar esteja a ser agredido. Ou para que se faça silêncio, em salas lotadas de alunos, num sistema de ensino com conteúdos desajustados ao desenvolvimento cognitivo. Por estranho que possa parecer, e caso não o tivesse constatado, dado não se tratar do meu nível de ensino, no pré e no 1.ºCEB assistimos a alguns alunos capazes de pontapear aqueles a quem devem obediência, chamam nomes, mordem ... Escusado será dizer que o mesmo ou pior se constata quando junto dos pais, também estes agredidos, muitas vezes sorrindo perante as evidências. 

   Refira-se que grande parte destes alunos não são portadores de necessidades educativas especiais (NEE) ou economicamente carenciados. De este leque de alunos também não fazem parte os "autistas" (portadores de Perturbação do Espetro Autista - PEA), cujas "birras", na realidade, não o são. Nestes casos, trata-se de uma incapacidade de comunicação, de um mal-estar,... Do leque ao qual me refiro, muitos acabam por ser medicados como hiperativos, sem efeitos notórios por parte da medicação, não esquecer os efeitos secundários da medicação. Ou seja, serão mesmo "hiperativos"? O que tem levado ao aumento da venda deste tipo de drogas, nas nossas farmácias, apesar da correta informação por parte da maioria dos farmacêuticos? 

   

 

   Será a palmada capaz de gerar medo, traumas, raiva, o entendimento de que o amor se expressa pela violência e que esta é o caminho para o entendimento?

 

Em meu entender, não. Claro, há que atender à frequência, força aplicada e respetivos contextos. Não será a humilhação superior à dor física?

 

Para que conste, na minha infância e adolescência conheci a agressão física e psicológica. E não foram palmadas...

A dor passa. Já a agressão psicológica deixa marcas, muitas das quais irreversíveis, sobretudo quando indevida e injusta.

 

 

Foto da capa by Brett Sayles from Pexels

A. D. Kingdom and Empire - A Bíblia continua...

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   Esta foi a minha série, de 12 episódios, do passado fim de semana, baseada no Novo Testamento.

Apaixonante, envolvente, dramática, épica; estes são alguns dos seus atributos.

Esta série começa com a crucifixação de Jesus Cristo, sua ressurreição, seguindo-se todo o papel desempenhado pelos apóstolos, até ao momento, inclusive, de Calígula imperar. Como tal, adivinham-se cenas com certo grau de violência, não só pelas atrocidades, bem como pela realidade daqueles tempos. O leque de atores é excelente, apresentando alguns apóstolos e Maria Madalena de raça negra, o que faz muito sentido dada a região onde a ação decorre. 

 

   A religião ou fé não são impreteríveis para o visionamento dos 12 episódios. Pessoalmente, aprendi muito, uma vez que, na generalidade, as restantes séries apresentam o papel dos apóstolos de forma muito subtil ou referem o Império Romano. Por outro lado, admito ter esquecido muito do Novo Testamento.

 

   Infelizmente, A.D. Kingdom and Empire (2015) teve apenas, até ao momento, 1 temporada. Acaba de forma inesperada, deixando-nos a querer saber o que irá aconteceu de seguida. 

 

Imperdível!

 

Avaliação: 4,5  de 5.

 

Veja um dos trailers disponíveis.

 

 

Eis-nos All Aboard

 

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   No nosso país, a magia do festival da eurovisão da canção cessou nos anos 90, até ao fenómeno Salvador Sobral. As más classificações, as votações com intuito político, o estilo de música foram massacrando este espetáculo, antes aguardado com enorme expetativa. 

 

 

 

   A comunidade LGBTI, e sobretudo os homossexuais foram alimentando o gosto por este espetáculo, contribuindo assim para que não caísse no esquecimento dos portugueses. Afinal, este é um momento de cor, "vedetismo", exuberância,...

 

   No meu parecer, uma vez que permaneci anos sem ver este momento televisivo, ao ouvir os nossos representantes, no ano passado, Salvador Sobral levou uma musicalidade diferente, contrariando as tendências, com uma letra com conteúdo. Desta feita, neste ano, no nosso país, muitos foram os países que ousaram fugir à rotina e inovar. 

 

 

 

 

   Portugal tem vindo a mostrar que tem bons profissionais e sabe levar a cabo momentos televisivos que em nada nos envergonham. Ok, não aprecio muito o inglês de Catarina Furtado, atendendo a que viveu e estudou alguns anos em Londres, adoro Filomena Cautela e Daniela Ruah, mas o que interessa é o produto final. No momento em que escrevo estas linhas, encontra-se a atuar a 26.ª canção, pelo que não posso tecer juízos a respeito das votações e vencedores. Contudo, senti maior empatia com os temas da 1.ª parte do que os desta 2.ª parte, da qual destaco, pela positiva, a atuação italiana, pelas memórias idílicas desencadeadas por aquelas vozes. 

 

   Para quem já perdeu um ente querido, penso que a atuação e letra do intérprete alemão não passa indiferente.

 

 

Destaco ainda a Austrália e Áustria, sem esquecer o nosso país.

 

 

 

 

 

 

 

Viva a diferença!

 

 

   É bom constatar que Portugal deu destaque a diferentes musicalidades do nosso país, sem esquecer o lado africano tão presente em nós.