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[In]sensato

O (in)correto deambula entre nós

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O (in)correto deambula entre nós

Greve de Professores e...

   

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   Há muito que a Educação e a Saúde têm sofrido penalizações por parte de uniões inusitadas nas bancadas parlamentares. 

Muitas das vertentes da vida de professor são desconhecidas e pouco ou nada faladas:

 

- as condições de habitação;

- a distâcia das Escolas dos agregados familiares;

- um sistema de colocações que não prima pela graduação;

- as viagens e as estradas assustadoras, em muitos pontos do país, sem quaisquer ajudas de custo;

- a formação das direções das Escolas com o parco envolvimento dos docentes da Escola;

- as Escolas que funcionam como Empresas, cada vez mais distantes do lado humano;

- a insensibilidade nos casos de doença;

- a falta de medidas capazes de defender os professores da má educação e atos violentos de pais e alunos;

- a não colocação nos devidos escalões, reduzindo o real número de anos de serviço;

- etc, etc.

 

Para que conste, não referi os vencimentos. 

Em meu entender, a perceção destes deve estar associada à distância da Escola, situação da família e outros fatores. 

 

Ao que assistimos, na comunicação social neste dia de greve geral de professores?

 

- relatos e críticas a respeito de um casamento real, realizado num outro país;

- ao prolongamento dos episódios de um clube de futebol, semelhantes ao de tantos outros...

 

De facto, os pilares de uma sociedade não correspondem aos interesses dos portugueses. Tal como o futuro de um país, com tantos temas de corrupção e crimes deixados para 2.º plano.

 

 

 

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 Photo by Clark Street Mercantile on Unsplash

 

Não adianta ler, mas...

 

 

Às principais reivindicaçõescontabilizar o tempo de serviço congelado (nove anos, quatro meses e dois dias, traduzidos na mensagem “9A-4M-2D”, replicada em cartazes, folhetos e t-shirts) e aprovar um regime especial de aposentação, ao fim de 36 anos de serviço — os sindicatos acrescentaram outras: baixar o número de alunos por turma, melhorar as condições de trabalho e garantir estabilidade e segurança na profissão.

Pela Federação Nacional da Educação, João Dias da Silva criticou as “políticas de desvalorização”. Saudando “o grande número” de professores que aderiram ao protesto, o dirigente dirigiu-se ao ministro para lembrar que “não chega dizer que a escola é a sua paixão”.

Os professores exigem reconhecimento e respeito”, frisou. “Somos a escola, construímos a escola”, disse, recordando que para a banca “não há limites” de financiamento. A coordenadora do BE foi uma das figuras políticas presentes na manifestação. À pergunta dos jornalistas sobre os apelos à demissão do ministro da Educação, Catarina Martins relativizou, dizendo que “está na altura” de o Governo resolver os “muitos problemas da escola pública”.

Para a líder bloquista, são três as reivindicações principais para demonstrar que os professores são “o pilar da educação”: garantir “respeito pelas carreiras”, assegurar “concursos corretos e justos, que não deixem ninguém para trás” e alterar a situação de “alunos a mais por turma” e “carreiras longas demais”, que explicam o terço de professores “em burnout”, cuja única solução é entrarem de baixa.

 

Extraído de O Observador, às 21h do dia 19 de maio

Calendário dos Afetos

 

Um documento muito interessante, extraído do Crianças a Torto e a Direitos

 

 

Calendario dos Afetos

 

Estas 30 "sugestões" são, na sua maioria, práticas diárias numa família funcional. Por vezes, o ritmo e estilo de vida levam-nos a esquecer algumas. Não nos rendamos a tal.

 

Para famílias disfuncionais, este passo a passo pode constituir um caminho. 

Que assim seja!