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[in]Sensato

Momentos de reflexão, opinião e entretenimento, no deambular entre pólos

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Série - Collateral

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   Esta minissérie, em 4 episódios, coproduzida entre a BBC 2 e a Netflix, insere-se nos géneros drama e policial. A estreia, no nosso país, nesta platarma de streaming, ocorreu ontem e não a perdi. Cada episódio tem uma duração aproximada a 1h. 

 

   Proposta para um público de idades superiores a 13 anos, a sinopse consiste em:

 

Ao investigar a morte de um entregador de piza, uma detetive londrina descobre uma intrincada conspiração de traficantes de droga, contrabandistas e espiões.

 

 

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  Um homem que faz a entrega de pizas é assassinado logo no início da série. A detetive encarregue do caso é a novata Kip Glaspie (Carey Mulligan). Esta rapidamente se apercebe da precisão do crime, a falta de motivos financeiros e que a vítima tinha um nome do Médio Oriente.

 

   Segue-se, ao longo de quatro horas, é um círculo de coincidências, compromissos e cumplicidade que indiciam um grupo central de instituições governamentais britânicas, para os militares, para a Igreja da Inglaterra, e para as consequências da Guerra liderada pelos EUA no Iraque e no Afeganistão.

 

   O desafio de Collateral, para o detetive Glaspie e para os espetadores, é analisar quais dos detalhes, personagens e temas estão diretamente conetados ao assassinato e os que são apenas danos colaterais varridos na tragédia.

 

Eis o trailer

 

 

Avaliação 3,5 de 5 estrelas.

Novo plágio no Festival da Canção?

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 Photo by Aimee Vogelsang on Unsplash

 

O plágio (diz-se também plagiarismo ou plagiato) é o ato de assinar ou apresentar uma obra intelectual de qualquer natureza (texto, música, obra pictórica, fotografia, obra audiovisual, etc) contendo partes de uma obra que pertença a outra pessoa sem colocar os créditos para o autor original. No acto de plágio, o plagiador apropria-se indevidamente da obra intelectual de outra pessoa, assumindo a autoria.

 

Wikipédia

 

 

"(...) A conjugação da harmonia e da melodia é que contam para que uma música seja considerada plágio..."

 

Luís JardimN-TV

 

 

A canção vencedora deste ano foi Jardim, interpretada por Cláudia Pascoal.

 

 

Atualmente, nas redes sociais, a canção está a ser acusada de plagiar To Build a Home, interpretada pela The Cinematic Orchestra.

 

 

   A este respeito, Isaura, que escreveu a letra, já se pronunciou no JN.

 

Ainda a saborear a vitória, a compositora Isaura, autora do tema que homenageia a avó falecida há um ano, está sob mira de plágio - havendo já na Internet comparações com a música "To build a home", da banda de trip hop Cinematic Orchestra, popularizada na banda sonora do filme "Brokeback mountain". "Por acaso vi o filme há uns anos, mas não tem nada a ver, nem sei do que falam. Acho que as pessoas já não sabem o que é plágio e às vezes dizem isso por acharem as músicas parecidas, o que não é de estranhar pois vivemos num mundo de influências", disse Isaura ao JN. E mais: "Estou muito mal preparada para isto, pois gosto de ler tudo e responder a todas as mensagens, mas há quem critique sem as melhores intenções", considerou a compositora, que até soube do caso através do nosso jornal.

 

in JN, acedido a 6 de março

 

Pessoalmente, deteto algumas semelhanças nos primeiros acordes. Nada mais.

Não me parece plágio.

Preocupante são sim algumas questões de afinação, que tanto beneficiariam a música.

 

E vocês, o que pensam a este respeito?

 

Diogo Piçarra e o(s) plágio(s)

   Não me costumo debruçar nas questões de plágio, sobretudo no Festival da Canção ou no da Eurovisão, dado, desde há muito, apenas ter apreciado o nosso tema do ano passado, na voz de Salvador Sobral. Passaram-se anos e anos, sem saber quem nos representou.

 

   Foi numa publicação da Psicogata , se não estou em erro, que constatei muitos dos temas de Toni Carreira, acusados de tal prática, preferindo os originais. Contudo, este é um intérprete/compositor/autor que move séquitos e tem uma posição no nosso panorama musical, quer se goste ou não. Eis um exemplo, referente ao tema Depois de Ti Mais Nada:

 

 

   É certo que quase nada se inventa. A probabilidade de acordes similares ou parte de uma letra é um facto. 

A situação torna-se caótica, ainda que não menos grave, quando está em causa um jovem intérprete/compositor, como é o caso de Diogo Piçarra , ainda sem o seu espaço, público e nome consolidados no nosso panorama musical, dada a idade e experiência.

 

Diogo Piçarra - fonte FB oficial

    Na segunda semi-final de apuramento para o Festival da Canção de Portugal, surgiu com um tema que foi associado a um outro interpretado por um pastor da IURD e posteriormente ao cântico Open Your Eyes de Bob Cull. Passemos a ouvir os temas, na voz de Diogo Piçarra e Bob Cull, uma vez que o tema da IURD foi baseado neste último.

 

 

 

    Luís Jardim pronunciou-se à N-TV, mediante uma análise que se pode (e deve) ler aqui . Para ele, além do júri do Festival da Canção nada perceber de música (e de facto, há que questionar a formação musical de muitos), e das semelhanças melódicas, o tema de Piçarra "é estruturalmente mais desenvolvido... O início é igual mas depois ele faz uma ponte, sobe uma quarta, modifica o tema e alterou a melodia". Refere ainda que "A conjugação da harmonia e da melodia é que contam para que uma música seja considerada plágio". Porém, serão as difenrenças para com o tema americano tão lineares quanto as referentes ao cantado em Português do Brasil?

 

   Como se não bastasse a acusação citada, é-nos chegada uma nova, desta vez relativamente ao tema Meu é Teu Falling Slowly  A música em causa pertence ao filme musical irlandês, de 2006, Once. Por forma a clarificarmos a nossa avaliação, escutemos ambos os temas, inclusive a versão acústica.

 

 

 

 

   Há uma cabala montada contra o artista, por forma a destruir a sua carreira ou tudo não passa de diferentes conjugações das harmonias com as melodias, o que não é plágio?

 

O que vos parece?

Paul Young - Everytime You Go Away

 

Let love sparkle by PP

 

 

 

O tempo é incerto.

De um rosto outrora macio, um rio de lava queima-o.

Em si, procura a razão da insensatez que o remeteu ao vazio.

Saudades, termo efusivo que brota de uma alma, cujos sentires não são permitidos.

 

Emanuel by Joeys Barro photography

 

Dos anos 80, Paul Young e o intemporal Everytime You Go Away.

Verifique a letra aqui.

 

 

Desafio 52 Semanas - Quem gostaria de conhecer ou ter conhecido

   Volvida uma semana após o último Desafio 52 Semanas, eis que o tema desta 9.ª semana é referente a quem gostaria de ter conhecido ou vir a conhecer.

 

Desafio 52 semanas by Fátima Bento

 

   A minha resposta a este desafio é extremamente simples. Gostaria de conhecer um grande amor, a fé e o alento para mudar muita da minha inércia dolente. Tenho muito prazer quando conheço exemplos de vida, de luta e quem me incentiva/ ajuda a ir além, contra um sistema corrupto, corrosivo e viciado.

 

 

De Fabian Perez

 

 

 

   Neste desafio participam, para além de mim, por ordem alfabética, a 3ª face, a Ana, a Catarina, o Carlos, a Carlota, a Charneca em Flor, a Daniela, a Desarrumada, a Fátima, a Gorduchita,  Happy, a Hipster Chic, a Isabel, a Mãe A, a Mariana, a Maria Mocha, a Marquesa de Marvila, a Mimi, a Paula, a Sweetener, a Sofia  e o Triptofano .

 

Verifique o que cada um de nós vai respondendo ao longo do ano.

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