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[In]sensato

O (in)correto deambula entre nós...

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Cuide da sua barba. Ela continua na moda

   Hoje, ao ler As melhores barbas de 2017, decidi escrever um pouco a respeito do tema. Afinal, pela primeira vez, há 2 meses, passei a fazer parte do grupo dos "barbudos". Uma tentativa em renascer. As opiniões são extremas, prevalecendo o "Gosto. Dá-te um ar sensual, não pesado". Por questões pessoais, ainda não sei se é este o meu estilo. Contudo, é prático e mudar faz bem. 

 

   De acordo com os entendidos, a forma do rosto deve levar-nos a adotar o estilo de barba. De facto, à semelhança de um corte de cabelo, não podemos pensar que vamos ficar igual ao personagem X. Neste caso, a forma do rosto conta, como se pode constatar na imagem seguinte, assim como os devidos cuidados. Neste artigo, a fonte de todas as imagens foi o Pinterest.

 

Forma do rosto, tipo de barba

 

 Como ter uma barba bonita?

 

  • Apare-a

Cada zona da barba cresce a uma velocidade diferente. Há que apará-la.

Siga as dicas.

 

 

  • Defina o estilo

Deixar que os pelos cresçam sem qualquer intervenção não é o ideal. Há que saber apará-los, como pode ler e ver aqui.

Em suma,

 

Aparar a barba

 

  • Limpe-a

De manhã e à noite, use um champô para a barba, sabonete de glicerina ou para bebé.

Eu tenho usado este. Não esqueça que deve secá-la com uma toalha seca e bem absorvente. Pressione-a contra o seu rosto, usando as mãos e mantenha-a ali por uns 5 segundos. Pegue outra parte seca da toalha e repita o processo, por toda a região da barba. Por fim, ainda usando a toalha e as mãos, dê pequenos “tapas” por cima da toalha contra o rosto, este movimento fará a água mover-se em direção à toalha. No caso das barbas "grandes" e espessas pode ter de recorrer ao secador, em modo frio a médio, penteando-a.

 

  • Use um creme ou loção pós-barbear, sem álcool 

Dada a ação das lâminas ou máquina, devemos esterilizar e hidratar a pele. 

Para quem procura um produto "natural" pode usar este da Weleda. Soluções mais "comerciais" pode encontrar, por exemplo, na Nivea.

 

  • Use óleo para a barba

Este produto serve para hidratar os fios, evitar a caspa da barba e, no caso dos mais complicados, como é o meu caso, domesticá-los. Uso o da Bulldog

Depois de colocar algumas gotas na palma da mão, aplica-se desde a raiz até às pontas. No caso do que utilizo, podemos ainda passar um pouco do produto por todo o rosto. 

 

  • Estilize-a

Para o efeito recorre-se a ceras ou pomadas. Estas domam os fios e permitem, por exemplo, moldar as pontas do bigode.

Utilizo a da linha que tenho vindo a referir, mas para fios mais espessos e rebeldes não me parece suficientemente boa.

 

  • Mantenha os cuidados acima mencionados

 

   Veja alguns estilos que pode adotar, caso deseje, sempre sem esquecer o seu contorno de rosto.

 

 

 

À Descoberta de Alguns Bloguistas

   O Triptofano, no seu espaço, levou a cabo a iniciativa À Descoberta dos Bloggers . Fiquei incumbido de esmiuçar o que me leva a "não seguir a Pipoca nem a Cocó". 

   A verdade é que, 

 

 

Nem Pipoca nem Cocó

Nem Arrumadinho nem Lince

 

Com saia, minissaia, sem ambos os acessórios, com pipocas doces ou salgadas e fraldas sempre limpas, por aqui paira a desarrumação. Modas marcam tendências e de mim, não faz parte integrar séquitos forçados.

Um blogue deve ensinar-nos algo, expressar estados de alma e ser dotado de verdade. Em nada me seduzem as “estrelas” que não deixam de ser pessoas como nós, mas que por questões de estatuto têm a vida facilitada nos contactos e parcerias, muitas das quais algo dúbias.

O conhecimento e as causas devem mover-nos.

 

 

via GIPHY

 

   A argumentação continua (ou começa?) na publicação do Tripofano, a qual devem visitar.

 

   Outros aspetos interessantes e sobretudo cómicos irão descobrir a respeito de outros bloguistas que participaram no desafio. Como tal, sugiro que iniciem a vossa leitura com a publicação inicial .

 

triptofano 1.JPG

 

   Para finalizar, devo salientar que a minha opinião acerca de uma das bloguistas mencionadas, mudou um pouco ao ler esta entrevista. Convenhamos, não é fácil escrever a respeito do que não nos cativa e concomitantemente não acompanhamos. 

 

E vocês,

Quais são os blogues famosos que não seguem?

Porquê?

Análise do documentário Dream Boat

   Dream Boat (2017) é um filme ao estilo documentário, de 1h 35 min de duração, dirigido por Tristan Ferland Milewski, para maiores 18 anos, com o apoio dos canais ArteCanal + francês. É falado em inglês, alemão, francês e árabe, fruto da origem dos seus intervenientes, pessoas com um denominador comum, a orientação sexual. Por cá, encontramo-lo desde dezembro, na Netflix

 

   Uma vez por ano, o Dream Boat, o único cruzeiro para homossexuais masculinos, na Europa, parte numa viagem marítima pela costa do Mediterrâneo. Mais de 2 500 passageiros aguardam a sua partida.

 

Dream Boat

 

 

 

Entre eles estão cinco homens, de cinco países diferentes, num processo libertador de ócio que assenta à fuga do quotidiano, às restrições familiares e políticas. No fundo, mantêm-se as questões pessoais, as dúvidas e problemas, como se de endoparasitas se tratasse. Quando se vive acorrentado, a dor está sempre presente, independentemente do ambiente  alegre (gay) e do glamour. Veja o trailer:

 

 

 

 

   A ação começa com o embarque dos passageiros em flip-flops e tops. Um par com roupas náuticas cumprimenta velhos amigos com beijos e taças de champanhe. Já no cruzeiro, a conversa cresce à medida que pequenas multidões se formam, num grande mar de sorrisos excitados. Aqui, assistimos a um movimento da câmara que da multidão acaba por focalizar-se nos 5 homens citados. Destes, fazem parte um passageiro indiano, no seu primeiro cruzeiro gay, um francês portador de deficiência que está determinado a divertir-se, um polaco que procura a alma gémea, um palestino que se mudou para a Bélgica, por forma a libertar-se dos movimentos políticos e religiosos e um fotógrafo austríaco, bem parecido, para o qual todos posam. Desconhecendo o nome destes personagens, estes homens começam a surgir através de suas histórias.

 

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   Tristan Milewski não aborda diretamente questões de raça e origem étnica, mas explora os pensamentos dos intervenientes sobre o amor e o status de HIV. A cultura mainstream gay é também retratada. 

 

 

   Algumas das entrevistas mais "difíceis" sugerem que Milewski gostaria que Dream Boat fosse mais substancial, impulso mantido, parte do tempo, com cenas de festas noturnas, campeonatos de corrida em salto alto, engates à beira da piscina e os passageiros repletos de acessórios, o que, em meu entender, por vezes se confunde com o mundo transformista.

 

DreamBoat 2

 

DREAMBOAT 1-master768.jpg

 

 

 

Esta necessidade de capturar tantas perspetivas diferentes dilui a intensidade de alguns dos sentimentos de solidão dos homens e o medo da rejeição. Contudo, são exatamente estes sentimentos e medos que validam este documentário, mostrando que uma orientação sexual não é uma escolha.

   

 

 

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